Dicas para administrar seu tempo no ambiente de trabalho

11:45 AM Add Comment

Século 21. Tantas tecnologias disponíveis, nos possibilitando administrar uma imensidade de tarefas simultaneamente. Existem poucas coisas que nos limitam a fazer mais e mais coisas ao mesmo tempo. Uma destas é o nosso tempo. Quantas vezes você já escutou ou imaginou a seguinte frase:

- " Preciso de mais horas no meu dia" 

Ou então:

  - "Não tenho tempo"

            É fato que com o passar dos anos, empresas foram reduzindo custos e aumentando suas tecnologias, possibilitando que processos que antes eram realizados por vários funcionários, fossem acumulados podendo ser realizado por um número muito menor de pessoas, às vezes apenas um ou dois.  Mas estas mudanças podem não ser um fator determinante para a tal ‘’FALTA DE TEMPO’’ que tanto ouvimos hoje em dia.

            A administração do tempo, é fundamental para que possamos ser eficientes e eficazes em nossas atividades, tanto no âmbito profissional como em qualquer outra área de nossas vidas.  Mas o que é esta tal administração do tempo?

Ao buscarmos administrar melhor nosso tempo, nós devemos nos organizar, definir quais atividades devem realizadas, levando em conta a importância e urgência destas e criarmos rotinas de trabalho para que possamos realizar com menos tempo e de maneira mais assertiva nossas atividades.

Vamos usar uma analogia à construção de uma casa. Nos até conseguimos realizar esta construção sem fazer sem um projeto, sem ter ideia de que maneira iremos conduzir o trabalho ou até sem ter todos os materiais em mãos, mas resultado levará muito mais tempo para ser alcançado e não poderíamos garantir um resultado tão eficiente. Na administração do tempo, podemos usar este conceito. Ao realizar uma atividade de maneira desordenada, sem estabelecer critérios, chegaremos a um resultado, mas este não será tão rápido ou eficaz do que se tivéssemos nos organizado.



Um bom começo para saber como se organizar, é definir e entender quais atividades devemos dedicar nosso tempo.  Na ilustração abaixo temos um gráfico bem interessante que divide as atividades em quatro categorias e sugestões de ações para cada situação, apresentando também exemplos práticos de nosso dia-a-dia.
  

O mais importante é não tentar mudar sua rotina toda de uma vez, aplicando várias mudanças na maneira de trabalhar e se organizar. Mudanças muito radicais geralmente não funcionam. Vá adaptando aos poucos a sua rotina, realizando uma melhoria de cada vez. No momento que a melhoria virar uma rotina, parta para outra.  Para fazer mais, não precisamos fazer “correndo”. Um passo de cada vez também chegamos lá.

Autor: Micyellem Rodrigues - Analista de logística - Delta Cable

A chave para um diferencial competitivo está na cultura organizacional

11:38 AM Add Comment
Como campo de batalhas, o ambiente competitivo esta cada dia mais exigente, globalizado e dinâmico, impondo as organizações, objetivos estratégicos claros e bem definidos, alterando seu status quo, em direção da evolução ou extinção do mundo corporativo.

A cultura organizacional, até pouco tempo, como outros conceitos, exemplo: branding, era vista pelos gestores como elementos intangíveis, que dificilmente impulsionariam resultados estratégicos diretos, como lucratividade. Porém, com o aprofundamento e clarificação do tema, o conceito de cultura organizacional, integrado a clima organizacional e gestão estratégica de pessoas, tornou-se variável interna fundamental para o alcance de objetivos estratégicos tangíveis, criando diferenciais competitivos, potencializando e maximizando resultados contábeis e financeiros.

Partindo da premissa, de cultura social, podemos definir que todas as empresas possuem cultura, seja ela depreciativa, como uma cultura fraca, que invoca comportamentos contra produtivos ou cultura forte, que estabelece através de suas subculturas e tipologias comportamentos positivos e adequados a determinadas imposições sócio culturais e organizacionais.


A cultura organizacional positiva, e estrategicamente gerenciada, além de gerar resultados tangíveis, aufere as empresas, o engajamento dos seus integrantes, atrai e retém talentos, expulsa pessoas com comportamento contra produtivos, fortalece e valoriza a marca, com iniciativas como a do Great Place to Work, organização que avalia e classifica as melhoras empresas para se trabalhar, utilizando a cultura e o clima organizacional como um dos principais fatores a serem avaliados, por ser fonte geradora de ambientes positivos, conscientes, dinâmicos, sustentáveis e lucrativos.



GESTÃO  DA CULTURA ORGANIZACIONAL


A Cultura Organizacional é uma variável de integração interna, que está no DNA das organizações, influenciando diretamente seu modus operandi, com um conjunto de normas, valores e atitudes, podendo ser definido como padrão comportamental, disseminado e compartilhado através de seus fundadores, proprietários, executivos e lideranças.
Nesse sentido, e como tipologia de processo estratégico, o fenômeno cultural, promove, entre seu capital intelectual, maior alinhamento e aderência às convicções e visões de seus líderes, criando comprometimento, harmonia e sinergia, da mesma forma que, maximiza resultados, gerando eficiência econômica e desenvolvimento criativo, tangibilizando a variável interna, com o alcance de objetivos estratégicos. A cultura organizacional é o reflexo da postura dos seus líderes, não devendo ser tratada como panacéia, para as variáveis negligenciadas, e sim como conditio sine qua non, na busca permanente pela excelência.
Portanto, a construção de novos paradigmas e o gerenciamento e avaliação cíclica do modelo de cultura organizacional nas empresas, tornam-se, fundamental para o processo de evolução e permanência destas organizações em ambientes, cada dia mais hostis, do ponto de vista competitivo, e mutáveis do ponto de vista evolutivo.


GESTÃO DE CLIMA ORGANIZACIONAL


O fenômeno temporal, clima organizacional, que pode ser caracterizado como a atmosfera psicológica do status quo das organizações, de fato, exerce impacto em sua performance, na medida em que, influencia de forma direta, positivamente ou negativamente seu capital intelectual. As pessoas estão no âmago das empresas, e por meio de suas aspirações, promovem o desenvolvimento e concretização de objetivos estratégicos, fundamentais para permanência e evolução de empreendimentos empresariais em ambientes competitivos e globalizados.

Na visão de Boog e Boog (2013), a gestão do clima organizacional não é uma tarefa isolada de uma área ou departamento, tampouco é uma tarefa isolada da área de gestão de pessoas/RH. Não compete exclusivamente à direção nem mesmo apenas à presidência. Trata-se de um comportamento desejável para todas as pessoas em posição de gestão. Desta forma, o fenômeno clima organizacional, através da visão sistêmica gerencial, torna-se elemento estratégico, adicionando ao ambiente interno das empresas, relações interpessoais saudáveis, consequentemente, resultando em maior envolvimento e engajamento, variáveis internas imprescindíveis para o atingimento de diferencial competitivo, alinhamento executivo, market share e resiliência em cenários de retração econômica.

Neste sentido, é possível expressar o clima organizacional favorável ou desfavorável, através de representações sentimentais, acerca do comportamento das pessoas no ambiente de desenvolvimento produtivo que elas estão inseridas, estando tenuemente relacionada ao seu sentimento de segurança, satisfação pessoal, motivação para cumprimento de suas atribuições, afetando sua visão de si, como integrante de equipe e parte importante de algo maior. Ambientes organizacionais com clima desfavorável, predomina-se a desmotivação, altos índices de turnover, absenteísmo, conflitos, baixo comprometimento com objetivos centrais e estratégicos, e ausência de transparência na gestão.

Podemos afirmar, através das análises, que a cultura organizacional não é algo que vê, e sim que sente, podendo ser transformada a partir de práticas diárias no comportamento dos envolvidos, diligência e determinação, estando alinhadas a estudos e avaliações mercadológicas, direcionando as organizações a alvos cirurgicamente definidos. Como exemplo, podemos analisar o Facebook, grande empresa do segmento tecnológico, originária do conceito de startup, que como outras empresas deste perfil, proporcionam ao seu capital intelectual, ambiente de trabalho sem paredes, semeando a igualdade, lavadoras de roupas no escritório, alimentos diversificados, horários flexíveis, comunicação aberta, atmosfera altamente competitiva, estimulando o crescimento pessoal e produtivo.

Por fim, a implementação da cultura organizacional alicerça nas organizações os mais variados objetivos estratégicos e diferenciais competitivos, colaborando com a busca eterna e incessante pelo crescimento, consolidação e sobrevivência no mercado.

Autor: Rafael Telch Flores - Analista Comercial - Delta Cable 

As 5 perguntas mais comuns sobre PoE

10:54 AM Add Comment
5 PERGUNTAS MAIS COMUNS SOBRE PoE

Posso acidentalmente duplicar a potência PoE, usando injetores ligados a switches PoE?

Não. 

O processo de requisição de energia de dispositivos que usam PoE envolve uma “negociação” em que o dispositivo identifica e solicita energia para uma fonte (um switch ou injetor PoE). Como fontes de energia PoE (switches e injetores) não solicitam energia para outras fontes potenciais, eles não recebem qualquer energia PoE. Desta forma, a única energia aplicada ao cabo é feita pelo dispositivo mais próximo da câmera alimentada por PoE.


Cada porta produz uma potência nominal máxima?

Não é garantido. 

Uma porta de um switch PoE pode ser solicitada por um dispositivo ligado a ela para fornecer a potência máxima (isto é: 15.4W para o padrão IEEE 802.3af ou 60W para IEEE 802.3at), mas não necessariamente o switch tem capacidade de fornecimento de potência máxima simultaneamente para todas as portas. Em muitos casos, a demanda supera a oferta, causando problemas de desempenho ou condições de desativação de dispositivos.

Por exemplo, o switch PoE TPLink TL-SG1008P possui as seguintes especificações de saída:




Com 4 portas PoE, esta potência máxima é dividida entre cada porta, ou seja: 53W / 4 portas = 13.25W por porta. No entanto, a potência PoE máxima disponível por porta é avaliada em 15,4W, ou seja: 15,4 W * 4 = 61,6 W.
A diferença entre as especificações máximas da porta e a potência de saída máxima disponível no switch é de 8,6W. Isso significa que se tivéssemos 4 câmeras que exigiam 15W cada, o orçamento de energia seria insuficiente.


Um cabo conectado a uma porta em uma das pontas, mas não a uma câmera em outra ponta, pode eletrocutar-me ou ser um perigo para a segurança?

Não. 

Devido ao processo de negociação inicial, a energia PoE só é ativada quando um dispositivo conectado a ela solicite. Isso significa que um cabo conectado a uma fonte de energia PoE não é "eletrificado" até que esteja conectado a um dispositivo PoE na outra ponta. Assim, não apresenta perigo de segurança devido a contato acidental.


Qual a distância máxima para alimentação PoE através de um cabo?

O máximo de 100m descrito pelo padrão Ethernet IEEE802.3.

Por design, a energia injetada se alcançará o comprimento máximo padronizado para o cabo utilizado. Na realidade, este comprimento máximo é muito maior: de acordo com testes para comprovação de Ethernet em Longa Distância para Câmeras IP, as tensões PoE foram medidas sem perdas a cerca de 1000 metros de distância da fonte.
Enquanto PoE for classificado para a distância máxima do cabo utilizado, qualquer distância superior a 100m não atenderia aos padrões ethernet. Nesse caso, comprimentos adicionais não serão suportados e podem anular garantias do produto.



As câmeras que usam fontes de alimentação serão danificadas ao serem conectadas em portas PoE?

Não é provável, mas tome cuidado! 

Na maioria dos casos, as câmeras ou outros dispositivos PoE, não solicitarão energia de uma fonte PoE se o dispositivo já estiver recebendo energia de uma fonte de alimentação de baixa tensão (Vac ou Vdc). No entanto, dispositivos PoE muito antigos podem não trabalhar dessa maneira. Nesse caso, haverá um alerta contra o risco de danificar o dispositivo. Em geral, isso não é um problema em câmeras mais recentes.