PON LAN: Alternativa sustentável para Infraestrutura de Câmeras IP

9:56 AM Add Comment
Os sistemas de monitoramento com câmeras IP vêm crescendo ano a ano e em breve devem ultrapassar, em volume comercializado, os sistemas baseados em câmeras analógicas. As vantagens dos sistemas baseados em IP são muitas e podemos destacar a alta resolução e qualidade de imagens  (HDTV ou mais), o armazenamento com qualidade digital, a inteligência embutida nas câmeras, a facilidade de instalação, o menor custo total e a fácil integração. Substituindo os cabos coaxiais das câmeras analógicas, as câmeras IP utilizam como meio físico de transmissão dos sinais, os tradicionais cabos UTP de 4 pares (para distâncias de até 100 metros).

Para as distâncias acima de 100 metros, na conexão entre os switches Ethernet e as câmeras é necessário utilizar cabos de fibras ópticas e conversores de meio físico (media converters) nas extremidades. Mais recentemente foi padronizada uma nova alternativa em termos de cabos ópticos: As PON LANs, ou Redes Ópticas Passivas.

Essa nova alternativa apresenta muitas vantagens quando comparada com os tradicionais cabos UTP. Durante toda a trajetória recente de implementação de sucessivas gerações de cabos de cobre como infraestrutura para redes de voz, vídeo e dados (cat.3, cat.5, cat,5e, cat.6, cat.6a), sempre soubemos que um dia as fibras ópticas iriam sucedê-las e se tornariam viáveis em todos os aspectos, tanto  técnicos quanto financeiros. E nas novas instalações de sistemas de vídeo monitoramento IP, isso já está acontecendo. Estamos vivendo um momento de amadurecimento dessa tecnologia, em substituição à Ethernet.



As PON LANs são compostas de OLTs  (Optical Line Terminals, situados no núcleo  da rede), ONUs (Optical Network Units, que conectam os dispositivos IP, tais como câmeras, APs ireless e telefones), divisores ópticos (splitters PLC), cabos e cordões ópticos. Através de uma única fibra óptica monomodo conectada a um splitter, podemos interligar até 64 câmeras, numa distância máxima de até 20 km sem necessidade de nenhum equipamento ativo. Dentro dessa distância, conseguimos cobrir 100% das instalações em indústrias, campus de universidades, hospitais, hotéis e empreendimentos comerciais, por exemplo.

O tipo de fibra óptica monomodo empregada nas PON LANs que estamos comercializando, também representa uma grande revolução, por possibilitar raios de curvatura menores que os dos cabos UTP. Como um cabo óptico pode substituir até 64 cabos UTP, podemos imaginar ainda a redução de custo na aquisição de dutos e eletrocalhas.
Segundo dados dos fabricantes, as PON LANs oferecem até 54% de redução no CapEx (Capital Expenditures: Custo de aquisição da nova rede), pela economia na aquisição das eletrocalhas, pela redução no número de salas técnicas e pela menor ocupação dos racks. Oferecem também até 70% de redução no OpEx (Operational Expenditure: Custo de operação da nova rede), pela maior facilidade de manutenção e expansão e pela redução de custo de energia elétrica.
Outro fator interessante a ser considerado diz respeito a sustentabilidade. Com a utilização de cabos de fibra óptica, economizaremos toneladas e mais toneladas de cobre e plástico empregados na construção dos tradicionais cabos UTP.

Podemos dizer então que as PON LANs são mais “verdes”, fator muito importante hoje em dia. A sua enorme vida útil é outra grande vantagem: estamos acostumados a substituir uma geração de cabos UTP por outra à medida em que precisamos de mais largura de banda (pela norma internacional, essa vida útil é de 10 anos). Com o usa da fibra óptica, isso não será mais necessário por um longo tempo, pois a sua capacidade de transmissão, na faixa de alguns Tbps, a torna “à prova de futuro”: vamos substituir as câmeras IP (pela tecnologia 4k por exemplo), as OLTs e as ONUs, mas não os cabos e componentes passivos da rede óptica.



Do ponto de vista da utilização dos switches Ethernet, em alguns projetos é possível até a sua completa eliminação, principalmente nas bordas, visto que os chassis OLTs podem substituí-los integralmente, tanto sob o ponto de vista de performance (throughput) quanto de gerenciamento da rede. Mas caso haja a aquisição recente de novos switches de rede, os mesmos podem ser totalmente preservados na utilização conjunta com PON LANs, pois a conexão do mesmo ao chassi OLT pode ser feita via uplink das portas SFP. Outro fator que auxilia bastante o uso das PON LANs em sistemas de monitoramento com câmeras IP é o fato de terem sido lançadas recentemente ONUs compatíveis com a tecnologia PoE (Power Over Ethernet), ou seja, com essas novas ONUs,  passa a não ser mais necessário instalar  infraestrutura de energia elétrica para alimentar as câmeras, visto que essa alimentação será feita através dos patch cords UTP que interligam as ONUs e as câmeras.

Artigo desenvolvido por Ronaldo Hellwig - Diretor Técnico - Delta Cable

Hanwha Techwin na Feira ISC Brasil - Abril de 2017

2:51 PM Add Comment
No dia 18/04 aconteceu a feira ISC Brasil 2017 em São Paulo e a Delta Cable junto com Hanwha Techwin - Samsung Wisenet, esteve presente expondo seus produtos e soluções. 

Passaram por lá: Fabricantes, empresários, diretores e instaladores do ramo de Segurança Eletrônica de todo país.




Sobre a feira ISC

No Brasil, a ISC chegou em 2017 à sua 12ª edição e aparece como o principal centro gerador de negócios, de informações e da difusão da cultura preventiva para o setor.

Neste ano apresentarou soluções integradas, equipamentos e serviços para todas as necessidades de segurança, de grande, médio e pequeno porte, atendendo diversos segmentos da economia. A principal ferramenta para acessar os tomadores de decisão, novos integradores e distribuidores dos setores de Segurança Pública nos níveis municipal, estadual e federal; Segurança Privada; Segurança Eletrônica e Prevenção e Combate a Incêndios.

Dados do site: http://www.iscbrasil.com.br

Já ouviu falar dos Edifícios Net Zero? Nós te mostramos que ser sustentável é mais viável do que você imagina!

2:26 PM Add Comment
Edifícios sustentáveis e autossuficientes nas questões energética e hídrica estão deixando de ser apenas sonho. Apesar de ainda ser pequeno, mercado cresce e conta com iniciativas que visam desenvolvê-lo.

Em meio a preocupações crescentes com o aumento dos preços da energia, a independência energética e o impacto das mudanças climáticas, as estatísticas mostram que os edifícios são o principal consumidor de energia nos EUA/Brasil. Esse fato enfatiza a importância de direcionar o uso de energia como chave para diminuir o consumo de energia da nação. O setor de construção pode reduzir significativamente o uso de energia através da incorporação de estratégias de eficiência energética na concepção, construção e operação de novos edifícios e realização de reformas para melhorar a eficiência dos edifícios existentes. Pode reduzir ainda mais a dependência da energia derivada de combustíveis fósseis, aumentando o uso de fontes de energia renováveis no local e fora do local.

O conceito de um Edifício Net Zero Energy (NZEB), que produz tanta energia quanto usa ao longo de um ano, tem evoluído recentemente da pesquisa para a realidade. Atualmente, há apenas um pequeno número de edifícios altamente eficientes que atendem aos critérios para serem chamados de "Net Zero". Como resultado dos avanços nas tecnologias de construção, sistemas de energia renovável e pesquisa acadêmica, a criação de edifícios Net Zero Energy está se tornando cada vez mais viável.



Edifícios sustentáveis e autossuficientes nas questões energética e hídrica estão deixando de ser apenas sonho. Apesar de ainda ser pequeno, mercado cresce e conta com iniciativas que visam desenvolvê-lo.

À primeira vista, dar adeus à conta de luz ou de água parece um sonho distante. Mas essa já está sendo a realidade de cada vez mais edifícios no país. São os chamados Net Zero: edifícios inteligentes e eficientes que, graças a investimentos e visão de futuro, se tornaram autossustentáveis energética e/ou hidricamente. Engana-se quem pensa que esse é um processo viável apenas a edifícios. Os Net Zero têm se espalhado pelos mais diversos segmentos do mercado, se tornando mais acessíveis e economicamente atrativos inclusive para residências. Tanto é que o GBC Brasil, atento à importância dessa iniciativa, se uniu a um programa global que visa zerar as emissões de carbono vindas do setor da construção civil. A organização, com o apoio do World Green Building Council e diversas outras instituições, pretende fazer com que todas as novas edificações e grandes reformas no país se tornem Net Zero, atingindo 100% desses segmentos até 2050.

Saiba mais aqui.


Tempo de retorno do investimento 

Estimar um prazo para o retorno do investimento também não é tarefa fácil. Márcio Takata elenca alguns fatores que condicionam essa estimativa:

• Localidade onde o sistema será instalado: regiões onde a tarifa de energia é mais elevada em geral retornam o investimento mais rápido;

• Clima local: regiões onde há maior radiação solar também retornam o investimento mais rapidamente. O princípio é básico: quanto mais sol, mais energia gerada e consequentemente mais economia;


• Tipo de uso do edifício: uma instalação de baixa tensão (tipo residencial e comercial de baixo e médio porte), em geral terá um retorno mais rápido e atrativo. Já clientes industriais ou comerciais de grande porte terão um retorno um pouco mais demorado. Márcio conclui dizendo que “de um modo bastante generalizado, o retorno do investimento varia de 5 a 12 anos”.


O que é uma Casa de Energia Net-Zero?

Uma casa de energia líquida zero (NZE) foi projetada e construída para reduzir as necessidades de energia do domicílio a um mínimo e inclui sistemas de energia renovável no local1, de modo que a casa possa produzir tanta energia quanto consome anualmente. Uma casa NZE não é necessariamente uma casa "energeticamente autónoma" ou "fora da rede", uma vez que pode ser ligada à rede eléctrica, para que possa fornecer eletricidade à rede quando produz mais do que necessita e extrair Quando a demanda doméstica exceder a quantidade de eletricidade produzida no local. Ao longo do ano, a energia fornecida à rede equilibra a energia extraída da rede, obtendo assim um consumo de energia anual zero.

Um dos pilares da sustentabilidade é a energia limpa. Constantemente são desenvolvidos meios de reduzir gastos energéticos e formas menos poluentes de gerar energia. Para construirmos cidades mais verdes é importante pensarmos no consumo energético dos edifícios e como reduzi-lo.
Embora a energia solar seja o meio mais comumente usados pelos Net Zero brasileiros, ele não é o único. Márcio lembra que, além da energia solar, “também pode-se criar um sistema de geração eólica, utilizando microturbinas eólicas, ou até uma usina que utiliza biomassa”. Tudo depende do tipo de edifício e das necessidades de seus ocupantes.

A Enova Solar, empresa da qual Márcio é engenheiro e diretor, está localizada num edifício Net Zero Energia. “Aqui instalamos medidas de eficiência energética. Boa parte da iluminação é led. Fizemos também algumas adequações na parte de geração, instalamos uma usina solar com uma potência total de 3,5 quilowatts e com isso conseguimos ter um abatimento global da energia. Somos uma empresa com 10 pessoas trabalhando e pagamos apenas 25 reais de conta, que é a tarifa mínima”, explica.

Aqui destaco a utilização de tecnologia de iluminação inteligente (D-Power) fornecida através da Delta Cable IT Solutions a qual vai de encontro com a economia de energia para as instalações mais modernas em Edifícios e Construções no pais.


DEFINIÇÕES



Como os conceitos de "energia zero" e "energia zero líquida" são relativamente novos, ainda não há métricas de energia zero definidas e amplamente aceitas. O Departamento de Energia (DOE) e o Laboratório Nacional de Energia Renovável (NREL) têm liderado grande parte do trabalho em edifícios de energia zero até à data. NREL apresenta várias definições para "energia zero nítida", e incentivam designers de edifícios, proprietários e operadores para selecionar a métrica que melhor se adapta ao seu projeto. A publicação NREL Zero Energy Buildings: Um exame crítico da definição explora as definições em detalhe e sugere quatro maneiras pelas quais a energia zero pode ser definida:


  • Net Zero Site Energy 
  • Energia de Fonte Líquida
  • Custos líquidos de energia zero
  • Emissões Líquidas de Energia Zero


APLICAÇÃO


Net Zero Energy Building princípios podem ser aplicados à maioria dos tipos de projetos, incluindo edifícios residenciais, industriais e comerciais, tanto em construção nova e edifícios existentes. Um número crescente de projetos foram concebidos e construídos em vários sectores de mercado e zonas climáticas. Vários links para os recursos do projeto comercial da DOE são fornecidos abaixo, incluindo:

• Programa de Integração de Edifícios Comerciais
• Parcerias de edifícios comerciais
• Alianças com o Better Buidings
• Banco de dados de edifícios de alto desempenho
• Edifícios Zero Energy

Os Net Zero Energy Buildings ainda são muito raros. Contudo, cada vez mais surgem projetos arquitetônicos eficientes que podem reduzir o consumo rumo à autonomia energética em edifícios, onde nós da Delta Cable IT Solutions, auxiliamos nas aplicações/elaboração de projetos com tecnologias de ponta para auxiliarem nos prédios e construções de primeira linha com produtos tecnológicos para tais aplicações e importâncias neste meio.


Matéria retirada da última edição da Revista GBC Brasil
Contribuição: Rodrigo de Moura Pucci - Consultor de Vendas


Delta Cable recebe 4 prêmios no Kick Off Furukawa 2017

4:36 PM Add Comment
No dia 27/04 aconteceu o Kick Off da Furukawa Brasil e mais uma vez a Delta Cable foi reconhecida em diversas categorias. 

Esse ano trouxemos para casa 4 prêmios de destaque para a região Sul:

  • Melhor comprometimento no programa Green It; 
  • Maior volume de negócios;
  • Maior volume de negócios em solução Laserway;
  • Maior gerador de leads. 

Parabéns a toda equipe Delta Cable! Esforço e mérito reconhecido!