Saiba como a Iluminação inteligente e as lâmpadas de LED funcionam e porque são econômicas

10:30 AM
Os LEDs vem se popularizando pela necessidade de reduzir o consumo energético, vivemos em um tempo de crise energética o que gera elevados custos de geração pois o pais deve utilizar formas mais caras de produzir a energia.



Mesmo tendo uma eficiência energética boa, as Luminárias e lâmpadas LEDs podem utilizar sensores para maximizar a economia.
Com o uso de sensores de presença, podemos desligar as luminárias quando não há movimento em uma área ou mesmo em uma sala toda, de forma automatizada.

Sensores de luminosidade aproveitam a luz natural que vem das janelas, mantendo o nível de luminosidade constante no ambiente reduzindo a intensidade da luminária quando a luz natural é suficiente.




Algumas luminárias além de ter sensores, embarcam um sistema que gerencia as luminárias adjacentes, criando assim uma rede de luminárias que atuam em conjunto, no caso das luminárias inteligentes que a Delta Cable distribui da linha D-POWER.



Com a popularização do LED, uso de sensores e uma gerência das luminárias, conseguimos atingir um nível de economia que é facilmente pago todo investimento em poucos anos com o menor consumo. No futuro breve, teremos uma maior eficiência nos LEDs, drivers que alimentam os LEDs mais eficientes reduzindo o calor e desperdício de energia, alimentação por fontes diferentes da AC como via cabeamento UTP: PoE e gerencia distribuída ou mesmo unificada de todas as luminárias.


O que é LED?


         O LED é um componente eletrônico semicondutor, ou seja, um diodo emissor de luz ( L.E.D = Light emitter diode ), mesma tecnologia utilizada nos chips dos computadores, que tem a propriedade de transformar energia elétrica em luz. Tal transformação é diferente da encontrada nas lâmpadas convencionais que utilizam filamentos metálicos(incandescente)e descarga de gases(fluorescente). Nos LEDs, a transformação de energia elétrica em luz é feita na matéria, sendo, por isso, chamada de Estado sólido ( Solid State ).

O LED é um componente do tipo bipolar, ou seja, tem um terminal chamado anodo(positivo) e outro, chamado catodo(negativo). Dependendo de como for polarizado, permite ou não a passagem de corrente elétrica e, consequentemente, a geração ou não de luz.



 História

Apesar do LED ser um componente muito utilizado hoje em dia, sua invenção, por Nick Holonyac, aconteceu em 1963, somente na cor vermelha, com baixa intensidade luminosa ( 1 milicandela - unidade de medida básica do SI para intensidade luminosa). Por muito tempo, o LED era utilizado somente para indicação de estado, ou seja, em rádios, televisores e outros equipamentos, sinalizando se o aparelho estava ligado ou não.



O LED de cor amarela foi introduzido no final dos anos 60. Somente por volta de 1975 surgiu o primeiro LED verde – com comprimento de onda ao redor de 550 nm, o que é muito próximo do comprimento de onda do amarelo, porém com intensidade um pouco maior, da ordem de algumas dezenas de milicandelas.

Durante os anos 80, com a introdução da tecnologia Al ln GaP, os LEDs da cor vermelha e âmbar conseguiram atingir níveis de intensidade luminosa que permitiram acelerar o processo de substituição de lâmpadas, principalmente na indústria automotiva.

Entretanto, somente no início dos anos 90, com o surgimento da tecnologia InGaN foi possível obter-se LEDs com comprimento de onda menores, nas cores azul, verde e ciano, tecnologia esta que propiciou a obtenção do LED branco, cobrindo, assim, todo o espectro de cores.

Até então, todos estes LEDs apresentavam no máximo de 4.000 a 8.000 milicandelas, com um ângulo de emissão entre 8 a 30 graus. Foi quando, no final dos anos 90, apareceu o primeiro LED de potência, o qual foi responsável por uma verdadeira revolução na tecnologia dos LEDs, pois apresentava um fluxo luminoso (não mais intensidade luminosa) da ordem de 30 a 40 lumens(unidade de medida de fluxo luminoso. Um lúmen é o fluxo luminoso dentro de um cone de 1 esferorradiano, emitido por um ponto luminoso com intensidade de 1 candela (em todas as direções) e com um ângulo de emissão de 110 graus).



A luz emitida pelos LEDs é fria devido a não presença de infravermelho no feixe luminoso. Entretanto, os LEDs liberam a potência dissipada em forma de calor, deve-se tomar um cuidado especial em dissipar esse calor para não afetar a vida útil do LED.




Benefícios da lâmpada de LED
  •  Maior vida útil: Dependendo da aplicação, a vida útil da lumiária é longa, sem necessidade de troca. Considera-se como vida útil uma manutenção mínima de luz igual a 70%, após 50.000 horas de uso
  •  Custos de manutenção reduzidos: Em função de sua longa vida útil, a manutenção é bem menor, representando menores custos. 
  •  Eficiência: Apresentam maior eficiência que as Lâmpadas incandescentes, fluorescentes e halógenas, hoje em mais de 90lm/Watt
  •  Baixa tensão de operação: menor risco para o instalador 
  •  Resistência a impactos e vibrações: Utiliza tecnologia de estado sólido, portanto, sem filamentos, vidros, etc, aumentando a sua robustez. 
  •  Controle dinâmico da cor: Com a utilização adequada, pode-se obter um espectro variado de cores, incluindo várias tonalidades de branco, permitindo um ajuste perfeito da temperatura de cor desejada.
  •  Controle de Intensidade variável: Seu fluxo luminoso é variável em função da variação da corrente elétrica aplicada a ele, possibilitando, com isto, um ajuste preciso da intensidade de luz da luminária. 
  •  Ecologicamente correto: Não utiliza mercúrio ou qualquer outro elemento que cause dano à natureza. 
  •  Ausência de infravermelho: Não emitem radiação infravermelho, fazendo com que o feixe luminoso seja frio.  
  • Com tecnologia adequada P.W.M, é possível a dimerização entre 0% e 100% de sua iluminação. 
  •  Ao contrário das lâmpadas fluorescentes que tem um maior desgaste da sua vida útil no momento em que são ligadas, nos LEDs é possível fazer vários ciclos sem comprometer a vida útil da luminária
  
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Autor da Matéria: Carlos Milek - Gerente de Produtos Delta Cable.

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