Em tempos de crise, seria o aluguel de equipamentos a melhor alternativa?

9:35 AM Add Comment
Em época de mares revoltos, manter as contas equilibradas torna-se uma tarefa bem complexa. É comum as empresas cortarem gastos e investimentos nos momentos de crise financeira. 
O ideal é que as empresas avaliem com muita criticidade o que se pode ajustar. O corte de custos deve ser uma tarefa recorrente e não uma ação em momentos difíceis. E nesse quesito entram até mesmo aqueles projetos que aumentariam a produtividade do negócio. Como, geralmente, eles dependem da aquisição de equipamentos, ou seja, fazer um investimento que será recuperado ao longo do tempo de uso, acabam sendo suspensos. Porém, com isso, ficam adiados também, os benefícios que o negócio teria com o uso dos equipamentos ou serviços a serem implementados. 

O aluguel de equipamentos pode ajudar a empresa a equilibrarem suas finanças e manter operações em um momento de crise?


Em anos de crise, inflação preocupante, juros de empréstimos subindo, a economia crescendo timidamente, para as empresas, nem sempre é possível aumentar a produção, consequentemente, as vendas. As medidas tomadas pelo governo, preocupam empresários de todos os ramos e portes, e a melhor ação é ajustar o orçamento.

O aluguel de equipamentos fornece uma perspectiva objetiva em relação aos gastos. Tendo ciência do número de dias que precisa dispor de cada equipamento e o custo de modo antecipado, é possível equilibrar esses custos e projetar seu impacto no caixa no médio e no longo prazo. Usando equipamentos próprios ou de terceiros contratados, não é possível estimar custos com manutenção, problemas e gastos com paradas e até mesmo os gastos envolvidos no transporte e montagem de cada um desses equipamentos.

A redução de vendas, crescimento da inadimplência, aumento das despesas financeiras, aumento de custos e o volume de capital para financiamento impacta na tomada de decisão na hora de adquirir um novo equipamento. O aluguel pode ser uma resposta inteligente e rápida ao aumento dos custos de financiamento na compra de equipamento novo, além de evitar um maior grau de endividamento de empresa no longo prazo.


Algumas empresas, com o objetivo de alavancar o crescimento das companhias, oferecem uma modalidade alternativa de acesso à equipamentos, através da locação, que permite sua utilização como serviço. Com isso, não será necessário adiar ou mesmo cancelar projetos que dariam à empresa a condição de aproveitar as oportunidades que uma crise pode trazer.
As empresas oferecem a garantia da atualização tecnológica, manutenção e suporte. Os equipamentos podem ser novos ou usados e o período de locação pode ser de curto, médio ou longo prazo. Além das vantagens operacionais, existem as vantagens contábeis de podem permitir o lançamento dos valores envolvidos na locação como despesa.
De acordo com o Instituto de Estudos Financeiros (IEF)1[1], a formação de preços de aluguel de equipamento é muito mais do que o simples processo de acumular custos e acrescentar uma margem de lucro. Com muita frequência, a formação de preços é tratada de forma simplista, sendo o maior cuidado não deixar escapar nenhum item do custo.
Para que o preço calculado produza consequências satisfatórias no curto, médio e longo prazo, alguns princípios devem ser observados. É importante lembrar que erros no processo de formação de preços podem   não ter efeitos negativos sobre a empresa apenas no curto prazo. A longo prazo, esses erros trarão consequências de alguma forma.

Os principais princípios a serem observados na formação de preços são os seguintes:

-Distribuição dos custos comuns entre produtos e serviços;
-Volume de produção   para cálculo do custo unitário;
-Tributação 
-Tratamento dos custos variáveis não padronizados;
-Inclusão de todos os custos de oportunidade;  
-Distorção do objetivo da formação de preços.



Caso prático - Formação de preço de aluguel de equipamento

Método:
R
etorno sobre o investimento.
  A empresa X é prestadora de serviço de locação de equipamentos de informática. Ela precisa calcular o preço da diária de locação de um tipo de projetor sem qualquer outro equipamento adicional. Para o projetor locado com outros equipamentos, será usada outra tabela de preços.

 1. Dados para cálculo do preço
 1.1 Custo direto
- Custo médio de entrega e retirada por projetor: R$ 67,00
- Custo do projetor (inclui custo estimado de reposição da lâmpada, considerando o lote de 60 projetores existentes):  R$ 2.700,00                       
- Vida útil do projetor: 3 anos.
- Valor residual do projetor (10%):  R$270,00
- Meta de retorno do investimento em equipamentos: 15% ao ano (1,17% ao mês).
 
 1.2 Carga tributária
A empresa está no regime tributário de lucro presumido. A base de cálculo para o imposto de renda e a contribuição social sobre o lucro é 32%. As alíquotas são de 25% para o imposto de renda e 9% para a contribuição social sobre o lucro.
- COFINS: 3%.
- PIS: 0,65%
- ISS:5%

1.3 Outros dados
- A empresa tem 60 projetores para locação.
-  Média de diárias locadas de cada projetor por mês: 17
- Custo de manutenção projetor: 0,7% ao mês sobre o valor de aquisição
- Custo mensal de administração da X:    R$ 42.435,34
 - Percentual de rateio do custo de administração da empresa aplicável aos projetores: 13,2%

2. Cálculo do preço da diária do projetor

2.1 Custo direto
Custo de entrega e retirada por projetor (média) = R$67,00
Custo de manutenção mensal por projetor: 0,7% x 2.700,00 = R$18,90
Custo de manutenção por diária do projetor = 18,90/17 = R$1,11
Valor residual do projetor (10%)   = 0,1 x 2700,00 = R$270,00
Valor presente do valor residual (FV = 270, i=15% ao ano e n =3): R$177,53
Investimento líquido = R$2700,00 – R$177,53 = R$2.522,47
Depreciação econômica mensal (FV = 2.522,47, i = 1,17% ao mês, e n = 36 meses):   R$56,75
Depreciação econômica por diária: R$56,75/17 = R$3,34
Remuneração mensal do investimento: 1,17% x R$2.522,47 =   R$29,51
Remuneração do investimento por diária:  R$29,51/17 = R$1,74
Total do custo direto: R$67,00 + R$1,11 + R$3,34 + R$1,74 = R$73,19

 2.2 Custo indireto
 Custo administrativo mensal da empresa:
R$42.435,34                                               
Custo administrativo mensal alocado aos 60 projetores: 13,2% x R$42.435,34 = R$5.601,46
Custo administrativo mensal por projetor: R$5.601,46/60 = R$93,36
Custo administrativo por diária do projetor: R$93,36/17 = R$5,49

2.3 Custo unitário total: R$73,19 + R$5,49 = R$78,68

2.4 Preço da diária
Carga tributária sobre vendas: 
(0,32 x 0,25) + (0,32 x 0,09)+0,03+0,0065+0,05 = 0,1953 ou 19,53%
Preço ideal:  
R$78,68/(100% - 29.31%) =  R$87,47

O   processo de formação de preços é naturalmente abrangente e complexo e, por isso, bastante desafiador. A não aceitação desse fato conduz habitualmente a decisões erradas. Em muitos casos, as consequências de decisões erradas de preço não se fazem sentir de imediato. É exatamente nesse ponto onde a precificação incorreta pode ser mais danosa para a empresa.
Compreender o momento difícil como uma oportunidade que está se revelando e descobrir como tirar proveito dela requer criatividade, ousadia e perseverança. As mudanças podem estar no aumento de receitas para que se tenha um resultado operacional mais satisfatório.

Atuar para o aumento das receitas e a redução dos custos e despesas, assim, as empresas estarão otimizando as chances de superar tempos difíceis e o aluguel de equipamentos pode ser uma saída, tanto para locador quanto para o locatário.


Autor do artigo: Diogo Anversa Pereira - Consultor de Venda Delta Cable



[1] IEF,Instituto de Estudos Financeiros.Disponível em:< http://www.ief.com.br/forpreco.htm#cp2> Acesso em 20 fevereiro de 17.

6º Prêmio ISC Digital Security

11:53 AM Add Comment

A Revista Digital Security realiza a 6º edição do Prêmio Digital Security 2017, que está com as votações abertas até o dia 10 de abril para os seus leitores através do site: premio.revistadigitalsecurity.com.br
 O prêmio prestigia os melhores produtos e equipamentos do mercado de segurança eletrônica.
As empresas vencedoras serão anunciadas no dia 18 de abril de 2017, durante a 12º edição da ISC Brasil, considerado uns dos principais e mais importantes centro gerador de negócios, de informações e da difusão da cultura preventiva para o setor, no Expo Center Norte, em São Paulo.
Sobre a Digital Security
A revista Digital Security é uma publicação que busca se diferenciar a partir de uma palavra: exclusividade. Com a proposta de oferecer ao mercado de segurança notícias, análises, artigos e cases com objetividade e foco absoluto neste segmento, tornou-se o principal veículo de comunicação do setor (http://www.revistadigitalsecurity.com.br).
Referências: Revista Digital Security

Vote nas marcas: Hikvision, Aimetis, Hanwha – Samsung Wisenet, Suprema, Digicon, DSC, Software House e Digifort



Sua empresa está fazendo o mínimo que pode em Sustentabilidade?

10:36 AM Add Comment
           A SUSTABILIDADE ESTÁ DIRETAMENTE RELACIONADA AOS NEGÓCIOS, TRAZENDO CONCLUSIVAMENTE AMEAÇAS E OPORTUNIDADES PARA O AMBIENTE EMPRESARIAL. MAS, PRIMEIRAMENTE, O QUE É SUSTENTABILIDADE?


         Para começarmos a entender do tema que tem sido destaque nas últimas décadas, entendamos o que de fato é a sustentabilidade; quais são os limites físicos existentes no mundo? Em 1987, uma comissão da ONU, chegou à definição mais conhecida do tema:

“O desenvolvimento sustentável é aquele que atende às necessidades do presente sem comprometer a possibilidade de as gerações futuras atenderem suas próprias necessidades.” (Fonte: Relatório Bruntland)




     Em outras palavras, o desenvolvimento sustentável propõe a justiça ente gerações, ou seja, delega a responsabilidade de guardiã à geração atual, preservando os patrimônios (tangíveis ou não) para os que mais tarde utilizarão.


Você, como parte de uma organização, é o primeiro interessado em conhecer a essência do entendimento da sustentabilidade aplicada aos negócios, a RSE, Responsabilidade Social Empresarial, é uma forma de gestão que possui duas importantes características. A primeira consiste na construção de um relacionamento ético e transparente entre seus stakeholders, ou seja, interessados e afetados pelas decisões da empresa; enquanto a segunda refere-se ao estabelecimento de metas empresariais que contribuam para o desenvolvimento sustentável.





        Outro fato interessante de sabermos diz respeito a um estudo feito nas Nações Unidas, este argui sobre como o crescimento econômico mundial atual é obtido em virtude do intenso uso de recursos naturais e, consequentemente, tem contribuído para a queda exponencial da qualidade de vida; ou seja, levantamos aqui uma questão: Como mudar esta equação? Mantendo o crescimento obtido com qualidade de vida crescente para toda a população, mas que, por outro lado, decresça a utilização de recursos internos?


A chave da mudança deste cenário está fortemente ligada a dois fatores intrínsecos a realidade das organizações. O primeiro deles é a chamada inovação tecnológica, afinal inovando consegue-se encontrar recursos substitutos, eliminando os desperdícios (vulgo maior vilão do alto custo de produção das empresas); ou seja, busquemos maneiras mais eficientes de atender as necessidades humanas, otimizando a qualidade de recursos durante a produção, a utilização e o pós-consumo. 

Sequente a isso, e igualmente importante, temos outro fator chave, a mudança de modelo de negócios e consumo: A empresa deverá educar seus consumidores para que estes busquem incluir estas questões em sua decisão de compra. Outras empresas já exploram novos modelos de negócio, mudando suas atividades; tal como fez a empresa PTC, líder no segmento de soluções para o gerenciamento do ciclo de vida do produto (PLM), que em 2014, durante o Technology Day apostou em novas soluções para um nicho pouco explorado pelas concorrentes: a Internet das Coisas em paralelo com a queridinha dos negócios contemporâneos, A SERVITIZAÇÃO. 

Buscando contemplar mudanças na produção, nos modelos de negócio-consumo a solução começa a se desenhar; o desenvolvimento traz aumento de produção sem aumentar a pressão sobre os recursos naturais e aumentando a qualidade de vida da população – não seria o trade off dos sonhos? –.


APROXIMAÇÃO DAS EMPRESAS AOS PRINCÍPIOS DA SUSTENTABILIDADE – CONTEXTO


Em virtude do pós-revolução industrial, de acidentes ambientais marcantes, a sustentabilidade foi ganhando espaço no mundo como um todo. Alguns tópicos cruciais da aproximação de qualquer empresa para com estes princípios são os seguintes:

A LEGALIDADE DA PRODUÇÃO: Ao estabelecer interesse na causa, as empresas acabam desfrutando dos conhecimentos e das inovações desenvolvidas no ramo ao longo do tempo, além é claro de gozarem de maior credibilidade e serem ciclicamente incentivadas a melhoria de suas operações.

REALIZAÇÃO DE ENCONTROS E FORMALIZAÇÕES: A melhoria contínua e a busca pela integração da sustentabilidade ao planejamento de políticas (Grandes encontros como Estocolmo 1972, RIO 1992, A Rio + 20 tornam visível a urgência da mudança);

CONSUMIDOR CONSCIENTE: Exigências sociais e ambientais vêm se tornando gradativamente mais relevantes;

ATUAÇÃO EMPRESARIAL: Existem diversos estágios para se operar a aproximação dos princípios da sustentabilidade, cada funcionário pode atuar em alguma destas seguintes etapas da inserção sustentável: Defensivo; Compliance (de obediência), Gerencial, Estratégico; de liderança Social.


      
       Para buscar a eco eficiência é vital que a empresa ofereça produtos ou serviços com maior valor agregado, que posteriormente irão gerar menos impactos para o meio ambiente – resíduos durante o processo ou consumo de determinadas matérias primas e energias –. 

 As empresas podem e devem contribuir para os âmbitos externos e internos da sua organização; no interno, adotando medidas que neutralizam os aspectos mais relevantes que dificultem o progresso profissional (permitir conciliação pessoal-profissional, criar ambiente receptivo às mulheres, criar programas de mentoring e networking); no externo cabem maneiras de contribuir para a fixação da igualdade de gêneros na sociedade (fornecedoras, ações voltadas a comunidade e/ou ao ativismo). 

O levantamento já existente das ações ligadas à sustentabilidade de uma empresa é um bom ponto de partida tanto para a valorização das pessoas como para tornar visível a acessibilidade do tema; entretanto, essas ações prévias, em geral, consistem em ações muito restritas a poucas áreas da empresa, com baixa relevância estratégica ao negócio; a ideia é tornar o desenvolvimento e o alcance das informações e a aplicação deste multidisciplinar.

A análise do impacto de dentro para fora e de fora para dentro da empresa para com a sociedade possibilita a visualização das ameaças e oportunidades existentes. A empresa deverá escolher as áreas que geram maior valor compartilhado, ou seja, benefício mútuo à sociedade e suas atividades! Esperamos que você se inspire nos exemplos e temas abordados neste pequeno estudo e crie suas próprias conclusões, tornando sua organização mais sustentável. 

Convide outras empresas, ONGs ou órgãos do governo para participar dessas soluções, certamente você vai se surpreender com os excelentes resultados no seu negócio, na sua comunidade e no nosso meio ambiente!

Autora da matéria: Julia Carnieri (Fiscal - Delta Cable)

Saiba como a Iluminação inteligente e as lâmpadas de LED funcionam e porque são econômicas

10:30 AM Add Comment
Os LEDs vem se popularizando pela necessidade de reduzir o consumo energético, vivemos em um tempo de crise energética o que gera elevados custos de geração pois o pais deve utilizar formas mais caras de produzir a energia.



Mesmo tendo uma eficiência energética boa, as Luminárias e lâmpadas LEDs podem utilizar sensores para maximizar a economia.
Com o uso de sensores de presença, podemos desligar as luminárias quando não há movimento em uma área ou mesmo em uma sala toda, de forma automatizada.

Sensores de luminosidade aproveitam a luz natural que vem das janelas, mantendo o nível de luminosidade constante no ambiente reduzindo a intensidade da luminária quando a luz natural é suficiente.




Algumas luminárias além de ter sensores, embarcam um sistema que gerencia as luminárias adjacentes, criando assim uma rede de luminárias que atuam em conjunto, no caso das luminárias inteligentes que a Delta Cable distribui da linha D-POWER.



Com a popularização do LED, uso de sensores e uma gerência das luminárias, conseguimos atingir um nível de economia que é facilmente pago todo investimento em poucos anos com o menor consumo. No futuro breve, teremos uma maior eficiência nos LEDs, drivers que alimentam os LEDs mais eficientes reduzindo o calor e desperdício de energia, alimentação por fontes diferentes da AC como via cabeamento UTP: PoE e gerencia distribuída ou mesmo unificada de todas as luminárias.


O que é LED?


         O LED é um componente eletrônico semicondutor, ou seja, um diodo emissor de luz ( L.E.D = Light emitter diode ), mesma tecnologia utilizada nos chips dos computadores, que tem a propriedade de transformar energia elétrica em luz. Tal transformação é diferente da encontrada nas lâmpadas convencionais que utilizam filamentos metálicos(incandescente)e descarga de gases(fluorescente). Nos LEDs, a transformação de energia elétrica em luz é feita na matéria, sendo, por isso, chamada de Estado sólido ( Solid State ).

O LED é um componente do tipo bipolar, ou seja, tem um terminal chamado anodo(positivo) e outro, chamado catodo(negativo). Dependendo de como for polarizado, permite ou não a passagem de corrente elétrica e, consequentemente, a geração ou não de luz.



 História

Apesar do LED ser um componente muito utilizado hoje em dia, sua invenção, por Nick Holonyac, aconteceu em 1963, somente na cor vermelha, com baixa intensidade luminosa ( 1 milicandela - unidade de medida básica do SI para intensidade luminosa). Por muito tempo, o LED era utilizado somente para indicação de estado, ou seja, em rádios, televisores e outros equipamentos, sinalizando se o aparelho estava ligado ou não.



O LED de cor amarela foi introduzido no final dos anos 60. Somente por volta de 1975 surgiu o primeiro LED verde – com comprimento de onda ao redor de 550 nm, o que é muito próximo do comprimento de onda do amarelo, porém com intensidade um pouco maior, da ordem de algumas dezenas de milicandelas.

Durante os anos 80, com a introdução da tecnologia Al ln GaP, os LEDs da cor vermelha e âmbar conseguiram atingir níveis de intensidade luminosa que permitiram acelerar o processo de substituição de lâmpadas, principalmente na indústria automotiva.

Entretanto, somente no início dos anos 90, com o surgimento da tecnologia InGaN foi possível obter-se LEDs com comprimento de onda menores, nas cores azul, verde e ciano, tecnologia esta que propiciou a obtenção do LED branco, cobrindo, assim, todo o espectro de cores.

Até então, todos estes LEDs apresentavam no máximo de 4.000 a 8.000 milicandelas, com um ângulo de emissão entre 8 a 30 graus. Foi quando, no final dos anos 90, apareceu o primeiro LED de potência, o qual foi responsável por uma verdadeira revolução na tecnologia dos LEDs, pois apresentava um fluxo luminoso (não mais intensidade luminosa) da ordem de 30 a 40 lumens(unidade de medida de fluxo luminoso. Um lúmen é o fluxo luminoso dentro de um cone de 1 esferorradiano, emitido por um ponto luminoso com intensidade de 1 candela (em todas as direções) e com um ângulo de emissão de 110 graus).



A luz emitida pelos LEDs é fria devido a não presença de infravermelho no feixe luminoso. Entretanto, os LEDs liberam a potência dissipada em forma de calor, deve-se tomar um cuidado especial em dissipar esse calor para não afetar a vida útil do LED.




Benefícios da lâmpada de LED
  •  Maior vida útil: Dependendo da aplicação, a vida útil da lumiária é longa, sem necessidade de troca. Considera-se como vida útil uma manutenção mínima de luz igual a 70%, após 50.000 horas de uso
  •  Custos de manutenção reduzidos: Em função de sua longa vida útil, a manutenção é bem menor, representando menores custos. 
  •  Eficiência: Apresentam maior eficiência que as Lâmpadas incandescentes, fluorescentes e halógenas, hoje em mais de 90lm/Watt
  •  Baixa tensão de operação: menor risco para o instalador 
  •  Resistência a impactos e vibrações: Utiliza tecnologia de estado sólido, portanto, sem filamentos, vidros, etc, aumentando a sua robustez. 
  •  Controle dinâmico da cor: Com a utilização adequada, pode-se obter um espectro variado de cores, incluindo várias tonalidades de branco, permitindo um ajuste perfeito da temperatura de cor desejada.
  •  Controle de Intensidade variável: Seu fluxo luminoso é variável em função da variação da corrente elétrica aplicada a ele, possibilitando, com isto, um ajuste preciso da intensidade de luz da luminária. 
  •  Ecologicamente correto: Não utiliza mercúrio ou qualquer outro elemento que cause dano à natureza. 
  •  Ausência de infravermelho: Não emitem radiação infravermelho, fazendo com que o feixe luminoso seja frio.  
  • Com tecnologia adequada P.W.M, é possível a dimerização entre 0% e 100% de sua iluminação. 
  •  Ao contrário das lâmpadas fluorescentes que tem um maior desgaste da sua vida útil no momento em que são ligadas, nos LEDs é possível fazer vários ciclos sem comprometer a vida útil da luminária
  
Clique aqui e baixe o catálogo de soluções para Iluminação inteligente. 

Autor da Matéria: Carlos Milek - Gerente de Produtos Delta Cable.

8 dicas de como fidelizar e conquistar o cliente

11:47 AM Add Comment
Como todos sabemos, é difícil conhecer todas as vertentes que influenciam o cliente no seu processo decisório. Tendo as variáveis, como dados, premissas, vieses, entre outras que definem nosso público, também não é fácil compilá-las sem delinear bem os perfis desse público (personas e os segmento em que atuam). E mesmo quando os definimos bem, temos que nos preocupar em como retê-los por um prazo razoável de tempo. Nossos clientes são muito mais rigorosos com nossas ofertas e diferenciais hoje, nos obrigando a olhar com muito mais atenção tanto para nossas ações externas quanto as internas.

Para se destacar no mercado e vir a se tornar referência, as empresas acabam adotando algumas estratégias que buscam a conquista e fidelização do cliente, a principal delas é a busca da excelência com o cliente através de superação das expectativas dele, entregando algo a mais, seja o atendimento, seja a relação ou a negociação.

Na área de TI (Tecnologia da Informação) essa ótica muda um pouco, pois se for entregue a mais do que foi pedido pelo seu cliente em um projeto, é possível que se perca dinheiro em função da relação custo produtivo versus tempo e gerar um vício negativo no cliente que sempre vai querer um plus em cada contrato, mas esse algo a mais acaba gerando custo operacional.

Para não ficar preso nesse dilema e ter sucesso na conquista e fidelização de seu cliente, é necessário aplicar o conceito fundamental aplicado em todos os frameworks de TI – AGREGAR VALOR AO CLIENTE – seja na entrega, qualidade do serviço e no atendimento.

Ser diferente do seu concorrente, fazer com que ele perceba que seu trabalho é bom e que ele (cliente) teve algum tipo de ganho para o seu negócio através do seu trabalho, seja na melhoria de processos, gestão de pessoas ou recurso ou então na agilidade de respostas e negócio, são artifícios valiosos que se seguidos com qualidade tem grandes chances de conquistar o cliente e trazer a tão sonhada fidelização.


Confira 8 táticas para conquistar e fidelizar clientes

1. Conheça bem o seu cliente (mapeamento de persona) 

Informação é poder, conhecer o cliente significa mais que planejamento, você mostra a ele que a empresa dele é importante e que sua companhia gostaria muito de tê-lo como parceiro comercial. Entender os seus hábitos, medos e anseios, e o que ele valoriza e principalmente como o seu produto completa ou resolve as necessidades na vida dele e qual a expectativa dele a respeito do seu produto. 
Se você apresentar o seu produto, por melhor que ele seja, ao público errado ou da forma errada, sem uma abordagem adequada e sem os devidos links entre os benefícios do seu produto e as “dores” do seu cliente, então todo o resto da sua estratégia será em vão. 

2- Faça uma boa comunicação 

A comunicação com essa pessoa jamais pode ser generalista, pois isso todas as outras empresas já estão fazendo, com milhares de e-mails, anúncio de venda, ligações e panfletos. Então realize uma comunicação segmentada, clara e objetiva sobre como o seu produto pode ajudá-lo, não estou falando em preço ou promoções. Primeiro você o ajuda de verdade e depois você vende, faça-o confiar em você, crie afinidade e então a venda será uma consequência natural.

3- Crie uma experiência de atendimento única 

Muitas pessoas acreditam erradamente que seus negócios dependem totalmente de gente (educada, proativa, atenciosa, etc.) Não acredite nessa falácia… A maioria dos negócios é dependente de processos, pois eles permitem que pessoas normais realizem atividades complexas.
Você precisa mostrar ao seu cliente que ele é único, especial, que você está feliz em atende-lo e que você se preocupou com cada passo do atendimento dele e se preparou para fazê-lo com cuidado e zelo. E mostrar principalmente que o seu atendimento não é apenas bom, mas é bom todas as vezes que ele precisar.

4 - Construa valor a sua oferta 

Se você está trabalhando para efetivamente conquistar e fidelizar um cliente, encare dessa forma: ele não é só mais um cliente, mas sim aquele cliente que você escolheu, segmentou, atraiu, engajou, atendeu de forma única e cuidou. Agora não jogue essa relação na vala comum, mostre que sua oferta é única para o que ele percebe como valor, isole os concorrentes, entregue mais valor por um preço justo.
Isso pode ser feito através de atendimentos diferenciados, mimos, brindes, garantia estendida e outras ações que mostram que na sua oferta ele ganha mais em qualquer outro lugar.

5 - Exponha seu portfólio para gerar maior valor para as personas que você quer atender - Defina produtos front-end e um funil de vendas 

 Não é no primeiro contato que você precisa expor toda seu portfólio de vendas para o cliente, se atenha a um relacionamento rápido com seu produto “chamariz” (sua marca comercializada mais conhecida por ex) para se aproximar do seu cliente e gerar novas necessidades através de um funil de vendas. Lembre-se: é mais fácil falar e consequentemente vender para quem já é seu ciente, então facilite a entrada dele na sua carteira e depois vá crescendo lá dentro.

6 -Defina processos e prepare-se para vencer as objeções e fechar o negócio 

 De nada adianta seguir à risca todos os passos para conquista do cliente, se na hora de “fazer o gol” você não estiver pronto para vencer as objeções, fazer uma negociação de qualidade e fechar o negócio. Por isso otimize, treine e padronize seus processos para quando a adversidade chegar, você saiba exatamente como vencer, mostrar confiança e certeza no que está fazendo e falando é o passo mais próximo para a fidelização

7 -Faça uma medição da satisfação do seu Cliente 

O que não se mede não se gerencia, então seja focado em medir suas ações, quais passos da venda convertem mais, qual funcionalidade deixa o seu cliente mais satisfeito. Em todos os negócios, inclusive no nosso, o melhor comercial que pode existir é um cliente satisfeito falando bem a seu respeito, um dos lemas mais difundidos sobre vendas é “clientes atuais conduzem a futuros clientes” garanta que você está passando a melhor mensagem para seu cliente, pois é essa forma que ele vai te expor quando alguém lhe pedir uma indicação de fornecedor

8 -Esteja presente no Pós-venda 

Quando a venda é feita a relação com seu cliente apenas começou, então não deixe de lado, esquecido e sem atenção.
Crie processos para conhece-lo melhor, saber seu aniversário, suas preferências e interesses e então depois ligue, envie e-mail, mande brindes. Enfim… esteja sempre presente e preencha o vazio de referência no seu setor, dessa forma além de encantar o cliente você deve alcançar a tão sonhada fidelização.


Dica extra: 
Seja disciplinado com o planejamento e com os prazos, mas seja realista e não espere tudo ficar perfeito. Implemente pequenas ondas de melhoria contínua, pense grande, mas comece pequeno e rápido.

Autora: Priscila Kutulski - Analista Comercial | Delta Cable

Método de Limpeza para Conectores - Fluke Networks

3:44 PM Add Comment


Pensando em auxiliar nossos clientes a Delta Cable desenvolve vídeos práticos demonstrando o uso dos produtos que constam em nosso portfólio.

Nesse vídeo, apresentamos os diversos métodos de limpeza de conectores utilizando produtos da Fluke Networks.