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Uma das maiores igrejas do Brasil, com mais de 7.000 templos, utiliza tecnologia da ATEN para aprimorar a comunicação de seus sistemas

5:12 PM Add Comment

O setor de igrejas vem apostando, nos últimos anos, cada vez mais em tecnologias para aprimorar a conexão de seus sistemas. Mesmo sendo um nicho muito específico para atender, algumas soluções atuais conseguem suprir, com eficácia, as necessidades que este mercado demanda.

A ATEN é uma marca focada em atender e fornecer soluções inovadoras para melhorar a conexão de modo eficiente e contínuo. O Switch KVM utilizado no empreendimento tem o objetivo de permitir que os usuários acessem e controlem diversos dispositivos ao mesmo tempo (servidores, PC’s e estações de trabalho), por meio de um único console, chamado KVM, que significa “teclado, monitor e mouse”.

O diferencial do KVM é que ele fornece acesso BIOS-level independente da rede, diferente do acesso baseado em softwares, que é apenas remoto. Esse acesso independente significa que o KVM não depende de uma conexão de rede padrão de computador, embora essa tecnologia permita solução remoto por via TCPIP.

A solução fornece acesso ao dispositivo mesmo que a rede esteja fora do ar ou mesmo que o sistema operacional não esteja funcionando, desde que o switch esteja conectado diretamente ao computador, através de um cabo ou Módulo de Interface de Computador (CIM). Esta tecnologia é muito usada para serviços de imagem e televisão, que precisam de estúdios equipados com a melhor conexão para desenvolver as produções e atender demandas extensas.

A Delta Cable é uma fornecedora certificada da marca ATEN, possibilitando ao cliente escolher entre outras soluções que melhor satisfaçam as suas necessidades de acordo com sua realidade e objetivo.

Para saber mais, acesse o nosso site: www.deltacable.com.br/fabricantes/aten 
Para conhecer a ATEN, acesse o link: www.aten.com/la/pt/products/kvm/

Curitiba é eleita a cidade mais conectada pelo ranking Connected Smart Cities 2018

6:17 PM Add Comment



Fonte: Cidade de Curitiba by Augusto Janiscki Junior
Curitiba conquistou, no último dia 4, o posto de cidade mais conectada e inteligente do Brasil. A capital paranaense ultrapassou a cidade de São Paulo e ficou em primeiro lugar no ranking geral do levantamento do Connected Smart Cities 2018.

O ranking, que já está em sua quarta edição, mostra a evolução de Curitiba nos últimos anos, quando ainda em 2015, a cidade ocupava o quarto lugar, e em 2016, ocupava o terceiro. Finalmente, em 2017, a cidade alcançou o posto de segundo lugar. A pesquisa, que é elaborada pela Urban Systems, uma empresa de consultoria, foi divulgada no fórum Connected Smart Cities que aconteceu este mês.

O estudo avaliou cerca de 700 municípios com o objetivo de mapear as cidades que possuem o maior potencial de desenvolvimento no país. O levantamento é composto por 70 indicadores e categorias divididas em 11 eixos: mobilidade, urbanismo, meio ambiente, energia, tecnologia e inovação, economia, educação, saúde, segurança, empreendedorismo e governança.

Ranking Connected Smart Cities 

O Ranking Connected Smart Cities foi lançado em 2015 e a metodologia foi desenvolvida a partir do levantamento das principais publicações nacionais e internacionais sobre cidade inteligentes, conectadas e sustentáveis. Com base nestes estudos, foram elencados 70 indicadores possíveis de se mensurar dentro da realidade brasileira. A coleta de dados se deu em organismos nacionais como Ministérios, Secretarias, Agências Reguladoras, entre outros.



Quatro técnicas para implantar Wi-Fi sem usar fios em uma comunidade inteira

11:41 AM Add Comment

Este é um momento empolgante para as novas tecnologias de acesso como drones e dirigíveis movidos a energia solar, que atraem considerável atenção da imprensa. Enquanto isso, soluções de boa qualidade e com preço acessível disponíveis atualmente já provam o seu valor em implantações que conectam milhares de hotspots mundo afora.

1.  WI-FI CANOPY

Esta técnica é utilizada quando a comunidade é pequena (menos de 1,6 km de diâmetro) e se ela possuir uma torre localizada no centro ou um prédio cerca de dois andares mais alto que as estruturas ao seu redor. Neste cenário, em vez de instalar diversos pontos de acesso Wi-Fi (APs), que causam perda de espectro devido ao tráfego de backhaul dos vários locais, três APs Wi-Fi dual-band com antenas setoriais de 120° podem ser instalados na estrutura central. Os três APs devem usar canais diferentes que não se sobreponham (existem apenas três canais que não se sobrepõem na banda de 2,4 GHz). Para esse tipo de implementação, uma potência de transmissão de 21 dBm e um ganho de antena de 15 dBi proporcionam os melhores resultados (supondo que os limites de potência EIRP sejam cerca de 36 dBm, o que ocorre na maioria das regiões). De modo geral, sempre escolha uma baixa potência de transmissão e um alto ganho de antena devido à baixíssima potência de transmissão dos dispositivos utilizados.


2. BACKHAUL PONTO A MULTIPONTO (PMP)

Esta estratégia é utilizada para comunidades maiores (que se estendem por 3 a 11 km). Neste caso, uma torre, um prédio alto ou um morro podem ser utilizados para instalar um conjunto de APs ponto a multiponto. Esse conjunto conecta-se sem fio a vários módulos de assinante (SMs) na comunidade para alimentar hotspots Wi-Fi.



Nesses casos, projetistas de redes devem garantir que:
• Um sistema de gerenciamento (controlador) gerencie tanto o sistema PMP quanto os APs Wi-Fi.
• O sistema PMP deve ser do tipo TDMA para oferecer backhaul confiável e determinístico.
• O sistema PMP deve ter capacidade de alta taxa de transferência (possivelmente com o uso de técnicas como Massive MU-MIMO quando a implantação incluir mais de trinta hotspots Wi-Fi).
• Tanto o ponto de acesso Wi-Fi quanto o SM devem se conectar à mesma fonte de energia para simplificar a instalação.

3. BACKHAUL PONTO A PONTO (PTP) PARA LOCAIS DE GRANDE COMPRIMENTO

Esta técnica é ideal para a implementação de Wi-Fi de longa distância em estradas, ferrovias ou praias. Nesse caso, projetistas de redes devem garantir que:




Um sistema de gerenciamento (controlador) gerencie tanto o sistema PTP quanto os APs Wi-Fi. • O sistema PTP deve ser do tipo TDMA para oferecer backhaul confiável e determinístico.
• A antena PTP deve produzir um feixe estreito para reduzir a interferência e aumentar o alcance.
• As antenas PTP devem ter boa relação frente-costas para evitar interferência interna.
• Os links alternados devem usar dois canais diferentes.
• Tanto o ponto de acesso Wi-Fi quanto o SM devem se conectar à mesma fonte de energia para simplificar a instalação.

4.  MALHA WI-FI

Uma malha Wi-Fi com múltiplos saltos, que abrange uma cidade inteira, é um método com eficiência limitada. Esse tipo de configuração pode estar sujeito a interferências internas e externas, reduzindo a capacidade de taxa de transferência a cada salto. Arranjos de malha Wi-Fi podem fornecer um desempenho adequado em alguns casos. Por exemplo, a técnica de malha amplia facilmente a cobertura primária a outras áreas menores que não possuem cabeamento, como o terraço de um restaurante. Uma implantação estendida exige a combinação das técnicas descritas acima, o que reforça a importância de um sistema de gerenciamento centralizado que instale os equipamentos utilizados, gerencie-os e diagnostique problemas, em todos os cenários descritos acima.

TORNANDO TUDO REALIDADE

A linha cnPilot™ da Cambium Networks oferece as melhores e mais flexíveis opções para fazer a implementação externa de forma rápida. O cnPilot E500 Outdoor Omni e o cnPilot E501S Outdoor Sector oferecem, juntos, diversas opções para maximizar a cobertura e as exigências de capacidade. O E501S, especificamente, oferece uma combinação poderosa de alto ganho de antena (10,5 dBi na banda de 2,4 GHz e 13 dBi na de 5 GHz) e alta relação frente-costas, proporcionando alcance e capacidade. Por exemplo, instalar duas unidades E501S adjacentes pode dobrar a capacidade (512 usuários) em um arco de 240°. Tanto o E501S quanto o E500 têm uma porta de saída PoE auxiliar; assim, eles podem fornecer energia a dispositivos como um módulo 802.3af ou os equipamentos de backhaul ePMP™ e PMP 450 da Cambium. Este recurso exclusivo possibilita implantações de Wi-Fi externas de forma fácil, com localização otimizada de APs em relação aos clientes e tráfego de backhaul sem fio ao AP Wi-Fi. Por último, o sistema de gerenciamento cnMaestro™ da Cambium Networks suporta tanto os APs Wi-Fi quanto o backhaul sem fio da Cambium. Um controlador garante que essas instalações sejam simples de operar e eficientes de manter, além de ser fácil diagnosticar eventuais problemas.

SOBRE A CAMBIUM NETWORKS

A Cambium Networks é líder mundial no fornecimento de soluções sem fio confiáveis que conectam os não conectados – sejam pessoas, lugares ou coisas. Com seu extenso portfólio de plataformas confiáveis, escaláveis e seguras de banda larga e estreita, a Cambium Networks permite que todos os operadores de rede industriais, comerciais e do governo ofereçam conectividade de alto desempenho, com alta confiabilidade e preço acessível. Os equipamentos da Cambium são usados em milhares de redes em mais de 150 países. Com sede nos arredores de Chicago e centros de P&D nos EUA, Reino Unido e Índia, a Cambium Networks realiza suas vendas por meio de uma ampla rede de distribuidores mundiais confiáveis.

Fonte: PDF "Quatro técnicas comprovadas para implantar uma Wi-Fi sem usar fios em uma comunidade inteira" da Cambium Networks. 




O que é a Indústria 4.0 e como ela está mudando o mundo

5:40 PM Add Comment

Conheça mais sobre a Quarta Revolução Industrial e as oportunidades que ela proporciona para o mercado


Há pouco mais de dois séculos, iniciava-se a Primeira Revolução Industrial. Conhecida pela inovação em maquinários e produtos de manufatura, essa etapa foi o primeiro passo para o que hoje conhecemos como tecnologia. As grandes e barulhentas máquinas a vapor deram lugar a smartphones e computadores que participam - e até realizam – dos processos de produção nos dias atuais. Desde fechaduras conectadas a redes Wireless a robôs compostos por mecanismos de inteligência artificial.
Depois das revoluções que inovaram na descoberta da energia elétrica e na automação da produção industrial, a Indústria 4.0 abre portas e novas possibilidades para soluções dentro do mercado da tecnologia. Essa nova revolução é autônoma e possibilita que a própria indústria se comunique e esteja sempre conectada, seja para melhorar a performance dos processos, ou até mesmo, excluí-los ou adaptá-los para oferecer soluções mais eficazes. Neste mercado, as coisas, os objetos, as pessoas e os processos são capazes de se comunicar entre si – e todos fazem isto de maneira autônoma.
As tendências não negam: o futuro é a internet. E se tudo gira em torno dela, os ambientes, objetos físicos, veículos e máquinas também devem funcionar por meio dessa tecnologia.
A Internet das Coisas (IoT), uma das bases da Indústria 4.0, é um exemplo disto. Se a internet já é o meio mais utilizado para se comunicar, informar e consumir, por que não fazer isso de forma prática e unificar os processos para trazer facilidade a vida das pessoas? As tendências não negam: o futuro é a internet. E se tudo gira em torno dela, os ambientes, objetos físicos, veículos e máquinas também devem funcionar por meio dessa tecnologia.
A Quarta Revolução Industrial é um conjunto que integra todas as cadeias de valor. Desde a pré-produção, até o usuário final, possibilitando uma maior mobilidade do mercado e trazendo soluções que realmente pensem no cliente. Mas como isso se aplica aos distribuidores e as empresas que oferecem essas soluções?
Os pilares da Indústria 4.0 e como eles se aplicam em cada ramo:
Internet das coisas (Internet of Things – IoT): Consiste na conexão em rede de objetos físicos, ambientes, veículos e máquinas por meio de dispositivos eletrônicos embarcados que permitem a coleta e troca de dados. Sistemas que funcionam a base da Internet das Coisas e são dotados de sensores e atuadores são denominados de sistemas Cyber-físicos, e são a base da indústria 4.0.
Big Data Analytics: São estruturas de dados muito extensas e complexas que utilizam novas abordagens para a captura, análise e gerenciamento de informações. Aplicada à indústria 4.0, a tecnologia de Big Data consiste em 6Cs para lidar com informações relevantes: Conexão (à rede industrial, sensores e CLPs), Cloud (nuvem/dados por demanda), Cyber (modelo e memória), Conteúdo, Comunidade (compartilhamento das informações) e Customização (personalização e valores).
Segurança: Um dos principais desafios para o sucesso da quarta revolução industrial está na segurança e robustez dos sistemas de informação. Problemas como falhas de transmissão na comunicação máquina-máquina, ou até mesmo eventuais “engasgos” do sistema podem causar transtornos na produção. Com toda essa conectividade, também serão necessários sistemas que protejam o know-how da companhia, contido nos arquivos de controle dos processos.
Crise: ameaça ou oportunidade?
De acordo com uma publicação da Folha de São Paulo na última segunda-feira (13), a atual crise econômica é uma preocupação dos especialistas para o avanço da Indústria 4.0 no país. É muito importante que a oferta de uma internet de qualidade seja fornecida a preços acessíveis para estimular a integração do consumidor neste novo processo.
A nova Revolução Industrial não vem apenas para otimizar as relações na produção, mas, também, para aumentar o valor agregado do produto e possibilitar o poder de compra do usuário final, que, acima de tudo, precisa ser beneficiado de alguma forma pelas soluções oferecidas. Para isso, as empresas devem estar aliadas as tendências do mercado, nas inovações do mundo da tecnologia e, principalmente, pensar em como essas soluções podem impactar a vida das pessoas, o funcionamento de negócios e de outras empresas.