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Como resetar a sua senha Hikvision

10:07 AM Add Comment
Confira aqui um tutorial de como resetar a sua senha Hikvision:

01) Acesse o site http://overseas.hikvision.com, clique na aba “SUPPORT” e, em seguida, clique em “Download”;



02) Localize a opção “Tools” no menu lateral esquerdo, em seguida clique em SADP na versão mais recente (v3.xx);



03) Com esses passos feitos, realize o download e a instalação da ferramenta SADP em um computador com sistema operacional Windows;

04) Abra o programa e selecione com um Marcador (√) o produto Hikvision desejado para o reset e, em seguida, com a abertura do menu lateral direito, clique na opção “Forgot Password”;


05) Será exibida uma janela chamada <reset password>. Clique na opção “Export” e salve o arquivo em uma pasta do computador;


06) Em seguida nos envie o arquivo salvo para geração da chave de segurança. Caso o programa não apresente a opção de exportar arquivo, vá para o “Reset de senha para firmwares antigas”, ao fim do documento. Em posse do arquivo de chave gerada pelo suporte, acesse novamente na ferramenta “Forgot Password”. Com a janela aberta (chamada <reset password>), na opção “Import File”, insira o arquivo recebido, em seguida digite a nova senha desejada e click em “Confirm”.




Reset de senha Hikvision para firmwares antigas:

01) Abra o programa SADP e selecione com um Marcador (√) o produto Hikvision desejado para o reset;

02) Procure e anote as informações das abas superiores “Device Serial No.” e “Start Time”;



03) Em seguida nos envie estas informações para geração da contra senha;

04) Em posse da contra senha gerada pelo suporte, acesse novamente na ferramenta “Forgot Password”. Com a janela aberta (chamada <reset password>), insira a contra senha para realizar o reset da mesma para o original: usuário“admin” senha“12345”.

Dicas para administrar seu tempo no ambiente de trabalho

11:45 AM Add Comment

Século 21. Tantas tecnologias disponíveis, nos possibilitando administrar uma imensidade de tarefas simultaneamente. Existem poucas coisas que nos limitam a fazer mais e mais coisas ao mesmo tempo. Uma destas é o nosso tempo. Quantas vezes você já escutou ou imaginou a seguinte frase:

- " Preciso de mais horas no meu dia" 

Ou então:

  - "Não tenho tempo"

            É fato que com o passar dos anos, empresas foram reduzindo custos e aumentando suas tecnologias, possibilitando que processos que antes eram realizados por vários funcionários, fossem acumulados podendo ser realizado por um número muito menor de pessoas, às vezes apenas um ou dois.  Mas estas mudanças podem não ser um fator determinante para a tal ‘’FALTA DE TEMPO’’ que tanto ouvimos hoje em dia.

            A administração do tempo, é fundamental para que possamos ser eficientes e eficazes em nossas atividades, tanto no âmbito profissional como em qualquer outra área de nossas vidas.  Mas o que é esta tal administração do tempo?

Ao buscarmos administrar melhor nosso tempo, nós devemos nos organizar, definir quais atividades devem realizadas, levando em conta a importância e urgência destas e criarmos rotinas de trabalho para que possamos realizar com menos tempo e de maneira mais assertiva nossas atividades.

Vamos usar uma analogia à construção de uma casa. Nos até conseguimos realizar esta construção sem fazer sem um projeto, sem ter ideia de que maneira iremos conduzir o trabalho ou até sem ter todos os materiais em mãos, mas resultado levará muito mais tempo para ser alcançado e não poderíamos garantir um resultado tão eficiente. Na administração do tempo, podemos usar este conceito. Ao realizar uma atividade de maneira desordenada, sem estabelecer critérios, chegaremos a um resultado, mas este não será tão rápido ou eficaz do que se tivéssemos nos organizado.



Um bom começo para saber como se organizar, é definir e entender quais atividades devemos dedicar nosso tempo.  Na ilustração abaixo temos um gráfico bem interessante que divide as atividades em quatro categorias e sugestões de ações para cada situação, apresentando também exemplos práticos de nosso dia-a-dia.
  

O mais importante é não tentar mudar sua rotina toda de uma vez, aplicando várias mudanças na maneira de trabalhar e se organizar. Mudanças muito radicais geralmente não funcionam. Vá adaptando aos poucos a sua rotina, realizando uma melhoria de cada vez. No momento que a melhoria virar uma rotina, parta para outra.  Para fazer mais, não precisamos fazer “correndo”. Um passo de cada vez também chegamos lá.

Autor: Micyellem Rodrigues - Analista de logística - Delta Cable

A chave para um diferencial competitivo está na cultura organizacional

11:38 AM Add Comment
Como campo de batalhas, o ambiente competitivo esta cada dia mais exigente, globalizado e dinâmico, impondo as organizações, objetivos estratégicos claros e bem definidos, alterando seu status quo, em direção da evolução ou extinção do mundo corporativo.

A cultura organizacional, até pouco tempo, como outros conceitos, exemplo: branding, era vista pelos gestores como elementos intangíveis, que dificilmente impulsionariam resultados estratégicos diretos, como lucratividade. Porém, com o aprofundamento e clarificação do tema, o conceito de cultura organizacional, integrado a clima organizacional e gestão estratégica de pessoas, tornou-se variável interna fundamental para o alcance de objetivos estratégicos tangíveis, criando diferenciais competitivos, potencializando e maximizando resultados contábeis e financeiros.

Partindo da premissa, de cultura social, podemos definir que todas as empresas possuem cultura, seja ela depreciativa, como uma cultura fraca, que invoca comportamentos contra produtivos ou cultura forte, que estabelece através de suas subculturas e tipologias comportamentos positivos e adequados a determinadas imposições sócio culturais e organizacionais.


A cultura organizacional positiva, e estrategicamente gerenciada, além de gerar resultados tangíveis, aufere as empresas, o engajamento dos seus integrantes, atrai e retém talentos, expulsa pessoas com comportamento contra produtivos, fortalece e valoriza a marca, com iniciativas como a do Great Place to Work, organização que avalia e classifica as melhoras empresas para se trabalhar, utilizando a cultura e o clima organizacional como um dos principais fatores a serem avaliados, por ser fonte geradora de ambientes positivos, conscientes, dinâmicos, sustentáveis e lucrativos.



GESTÃO  DA CULTURA ORGANIZACIONAL


A Cultura Organizacional é uma variável de integração interna, que está no DNA das organizações, influenciando diretamente seu modus operandi, com um conjunto de normas, valores e atitudes, podendo ser definido como padrão comportamental, disseminado e compartilhado através de seus fundadores, proprietários, executivos e lideranças.
Nesse sentido, e como tipologia de processo estratégico, o fenômeno cultural, promove, entre seu capital intelectual, maior alinhamento e aderência às convicções e visões de seus líderes, criando comprometimento, harmonia e sinergia, da mesma forma que, maximiza resultados, gerando eficiência econômica e desenvolvimento criativo, tangibilizando a variável interna, com o alcance de objetivos estratégicos. A cultura organizacional é o reflexo da postura dos seus líderes, não devendo ser tratada como panacéia, para as variáveis negligenciadas, e sim como conditio sine qua non, na busca permanente pela excelência.
Portanto, a construção de novos paradigmas e o gerenciamento e avaliação cíclica do modelo de cultura organizacional nas empresas, tornam-se, fundamental para o processo de evolução e permanência destas organizações em ambientes, cada dia mais hostis, do ponto de vista competitivo, e mutáveis do ponto de vista evolutivo.


GESTÃO DE CLIMA ORGANIZACIONAL


O fenômeno temporal, clima organizacional, que pode ser caracterizado como a atmosfera psicológica do status quo das organizações, de fato, exerce impacto em sua performance, na medida em que, influencia de forma direta, positivamente ou negativamente seu capital intelectual. As pessoas estão no âmago das empresas, e por meio de suas aspirações, promovem o desenvolvimento e concretização de objetivos estratégicos, fundamentais para permanência e evolução de empreendimentos empresariais em ambientes competitivos e globalizados.

Na visão de Boog e Boog (2013), a gestão do clima organizacional não é uma tarefa isolada de uma área ou departamento, tampouco é uma tarefa isolada da área de gestão de pessoas/RH. Não compete exclusivamente à direção nem mesmo apenas à presidência. Trata-se de um comportamento desejável para todas as pessoas em posição de gestão. Desta forma, o fenômeno clima organizacional, através da visão sistêmica gerencial, torna-se elemento estratégico, adicionando ao ambiente interno das empresas, relações interpessoais saudáveis, consequentemente, resultando em maior envolvimento e engajamento, variáveis internas imprescindíveis para o atingimento de diferencial competitivo, alinhamento executivo, market share e resiliência em cenários de retração econômica.

Neste sentido, é possível expressar o clima organizacional favorável ou desfavorável, através de representações sentimentais, acerca do comportamento das pessoas no ambiente de desenvolvimento produtivo que elas estão inseridas, estando tenuemente relacionada ao seu sentimento de segurança, satisfação pessoal, motivação para cumprimento de suas atribuições, afetando sua visão de si, como integrante de equipe e parte importante de algo maior. Ambientes organizacionais com clima desfavorável, predomina-se a desmotivação, altos índices de turnover, absenteísmo, conflitos, baixo comprometimento com objetivos centrais e estratégicos, e ausência de transparência na gestão.

Podemos afirmar, através das análises, que a cultura organizacional não é algo que vê, e sim que sente, podendo ser transformada a partir de práticas diárias no comportamento dos envolvidos, diligência e determinação, estando alinhadas a estudos e avaliações mercadológicas, direcionando as organizações a alvos cirurgicamente definidos. Como exemplo, podemos analisar o Facebook, grande empresa do segmento tecnológico, originária do conceito de startup, que como outras empresas deste perfil, proporcionam ao seu capital intelectual, ambiente de trabalho sem paredes, semeando a igualdade, lavadoras de roupas no escritório, alimentos diversificados, horários flexíveis, comunicação aberta, atmosfera altamente competitiva, estimulando o crescimento pessoal e produtivo.

Por fim, a implementação da cultura organizacional alicerça nas organizações os mais variados objetivos estratégicos e diferenciais competitivos, colaborando com a busca eterna e incessante pelo crescimento, consolidação e sobrevivência no mercado.

Autor: Rafael Telch Flores - Analista Comercial - Delta Cable 

As 5 perguntas mais comuns sobre PoE

10:54 AM Add Comment
5 PERGUNTAS MAIS COMUNS SOBRE PoE

Posso acidentalmente duplicar a potência PoE, usando injetores ligados a switches PoE?

Não. 

O processo de requisição de energia de dispositivos que usam PoE envolve uma “negociação” em que o dispositivo identifica e solicita energia para uma fonte (um switch ou injetor PoE). Como fontes de energia PoE (switches e injetores) não solicitam energia para outras fontes potenciais, eles não recebem qualquer energia PoE. Desta forma, a única energia aplicada ao cabo é feita pelo dispositivo mais próximo da câmera alimentada por PoE.


Cada porta produz uma potência nominal máxima?

Não é garantido. 

Uma porta de um switch PoE pode ser solicitada por um dispositivo ligado a ela para fornecer a potência máxima (isto é: 15.4W para o padrão IEEE 802.3af ou 60W para IEEE 802.3at), mas não necessariamente o switch tem capacidade de fornecimento de potência máxima simultaneamente para todas as portas. Em muitos casos, a demanda supera a oferta, causando problemas de desempenho ou condições de desativação de dispositivos.

Por exemplo, o switch PoE TPLink TL-SG1008P possui as seguintes especificações de saída:




Com 4 portas PoE, esta potência máxima é dividida entre cada porta, ou seja: 53W / 4 portas = 13.25W por porta. No entanto, a potência PoE máxima disponível por porta é avaliada em 15,4W, ou seja: 15,4 W * 4 = 61,6 W.
A diferença entre as especificações máximas da porta e a potência de saída máxima disponível no switch é de 8,6W. Isso significa que se tivéssemos 4 câmeras que exigiam 15W cada, o orçamento de energia seria insuficiente.


Um cabo conectado a uma porta em uma das pontas, mas não a uma câmera em outra ponta, pode eletrocutar-me ou ser um perigo para a segurança?

Não. 

Devido ao processo de negociação inicial, a energia PoE só é ativada quando um dispositivo conectado a ela solicite. Isso significa que um cabo conectado a uma fonte de energia PoE não é "eletrificado" até que esteja conectado a um dispositivo PoE na outra ponta. Assim, não apresenta perigo de segurança devido a contato acidental.


Qual a distância máxima para alimentação PoE através de um cabo?

O máximo de 100m descrito pelo padrão Ethernet IEEE802.3.

Por design, a energia injetada se alcançará o comprimento máximo padronizado para o cabo utilizado. Na realidade, este comprimento máximo é muito maior: de acordo com testes para comprovação de Ethernet em Longa Distância para Câmeras IP, as tensões PoE foram medidas sem perdas a cerca de 1000 metros de distância da fonte.
Enquanto PoE for classificado para a distância máxima do cabo utilizado, qualquer distância superior a 100m não atenderia aos padrões ethernet. Nesse caso, comprimentos adicionais não serão suportados e podem anular garantias do produto.



As câmeras que usam fontes de alimentação serão danificadas ao serem conectadas em portas PoE?

Não é provável, mas tome cuidado! 

Na maioria dos casos, as câmeras ou outros dispositivos PoE, não solicitarão energia de uma fonte PoE se o dispositivo já estiver recebendo energia de uma fonte de alimentação de baixa tensão (Vac ou Vdc). No entanto, dispositivos PoE muito antigos podem não trabalhar dessa maneira. Nesse caso, haverá um alerta contra o risco de danificar o dispositivo. Em geral, isso não é um problema em câmeras mais recentes.


PON LAN: Alternativa sustentável para Infraestrutura de Câmeras IP

9:56 AM Add Comment
Os sistemas de monitoramento com câmeras IP vêm crescendo ano a ano e em breve devem ultrapassar, em volume comercializado, os sistemas baseados em câmeras analógicas. As vantagens dos sistemas baseados em IP são muitas e podemos destacar a alta resolução e qualidade de imagens  (HDTV ou mais), o armazenamento com qualidade digital, a inteligência embutida nas câmeras, a facilidade de instalação, o menor custo total e a fácil integração. Substituindo os cabos coaxiais das câmeras analógicas, as câmeras IP utilizam como meio físico de transmissão dos sinais, os tradicionais cabos UTP de 4 pares (para distâncias de até 100 metros).

Para as distâncias acima de 100 metros, na conexão entre os switches Ethernet e as câmeras é necessário utilizar cabos de fibras ópticas e conversores de meio físico (media converters) nas extremidades. Mais recentemente foi padronizada uma nova alternativa em termos de cabos ópticos: As PON LANs, ou Redes Ópticas Passivas.

Essa nova alternativa apresenta muitas vantagens quando comparada com os tradicionais cabos UTP. Durante toda a trajetória recente de implementação de sucessivas gerações de cabos de cobre como infraestrutura para redes de voz, vídeo e dados (cat.3, cat.5, cat,5e, cat.6, cat.6a), sempre soubemos que um dia as fibras ópticas iriam sucedê-las e se tornariam viáveis em todos os aspectos, tanto  técnicos quanto financeiros. E nas novas instalações de sistemas de vídeo monitoramento IP, isso já está acontecendo. Estamos vivendo um momento de amadurecimento dessa tecnologia, em substituição à Ethernet.



As PON LANs são compostas de OLTs  (Optical Line Terminals, situados no núcleo  da rede), ONUs (Optical Network Units, que conectam os dispositivos IP, tais como câmeras, APs ireless e telefones), divisores ópticos (splitters PLC), cabos e cordões ópticos. Através de uma única fibra óptica monomodo conectada a um splitter, podemos interligar até 64 câmeras, numa distância máxima de até 20 km sem necessidade de nenhum equipamento ativo. Dentro dessa distância, conseguimos cobrir 100% das instalações em indústrias, campus de universidades, hospitais, hotéis e empreendimentos comerciais, por exemplo.

O tipo de fibra óptica monomodo empregada nas PON LANs que estamos comercializando, também representa uma grande revolução, por possibilitar raios de curvatura menores que os dos cabos UTP. Como um cabo óptico pode substituir até 64 cabos UTP, podemos imaginar ainda a redução de custo na aquisição de dutos e eletrocalhas.
Segundo dados dos fabricantes, as PON LANs oferecem até 54% de redução no CapEx (Capital Expenditures: Custo de aquisição da nova rede), pela economia na aquisição das eletrocalhas, pela redução no número de salas técnicas e pela menor ocupação dos racks. Oferecem também até 70% de redução no OpEx (Operational Expenditure: Custo de operação da nova rede), pela maior facilidade de manutenção e expansão e pela redução de custo de energia elétrica.
Outro fator interessante a ser considerado diz respeito a sustentabilidade. Com a utilização de cabos de fibra óptica, economizaremos toneladas e mais toneladas de cobre e plástico empregados na construção dos tradicionais cabos UTP.

Podemos dizer então que as PON LANs são mais “verdes”, fator muito importante hoje em dia. A sua enorme vida útil é outra grande vantagem: estamos acostumados a substituir uma geração de cabos UTP por outra à medida em que precisamos de mais largura de banda (pela norma internacional, essa vida útil é de 10 anos). Com o usa da fibra óptica, isso não será mais necessário por um longo tempo, pois a sua capacidade de transmissão, na faixa de alguns Tbps, a torna “à prova de futuro”: vamos substituir as câmeras IP (pela tecnologia 4k por exemplo), as OLTs e as ONUs, mas não os cabos e componentes passivos da rede óptica.



Do ponto de vista da utilização dos switches Ethernet, em alguns projetos é possível até a sua completa eliminação, principalmente nas bordas, visto que os chassis OLTs podem substituí-los integralmente, tanto sob o ponto de vista de performance (throughput) quanto de gerenciamento da rede. Mas caso haja a aquisição recente de novos switches de rede, os mesmos podem ser totalmente preservados na utilização conjunta com PON LANs, pois a conexão do mesmo ao chassi OLT pode ser feita via uplink das portas SFP. Outro fator que auxilia bastante o uso das PON LANs em sistemas de monitoramento com câmeras IP é o fato de terem sido lançadas recentemente ONUs compatíveis com a tecnologia PoE (Power Over Ethernet), ou seja, com essas novas ONUs,  passa a não ser mais necessário instalar  infraestrutura de energia elétrica para alimentar as câmeras, visto que essa alimentação será feita através dos patch cords UTP que interligam as ONUs e as câmeras.

Artigo desenvolvido por Ronaldo Hellwig - Diretor Técnico - Delta Cable

Hanwha Techwin na Feira ISC Brasil - Abril de 2017

2:51 PM Add Comment
No dia 18/04 aconteceu a feira ISC Brasil 2017 em São Paulo e a Delta Cable junto com Hanwha Techwin - Samsung Wisenet, esteve presente expondo seus produtos e soluções. 

Passaram por lá: Fabricantes, empresários, diretores e instaladores do ramo de Segurança Eletrônica de todo país.




Sobre a feira ISC

No Brasil, a ISC chegou em 2017 à sua 12ª edição e aparece como o principal centro gerador de negócios, de informações e da difusão da cultura preventiva para o setor.

Neste ano apresentarou soluções integradas, equipamentos e serviços para todas as necessidades de segurança, de grande, médio e pequeno porte, atendendo diversos segmentos da economia. A principal ferramenta para acessar os tomadores de decisão, novos integradores e distribuidores dos setores de Segurança Pública nos níveis municipal, estadual e federal; Segurança Privada; Segurança Eletrônica e Prevenção e Combate a Incêndios.

Dados do site: http://www.iscbrasil.com.br

Já ouviu falar dos Edifícios Net Zero? Nós te mostramos que ser sustentável é mais viável do que você imagina!

2:26 PM Add Comment
Edifícios sustentáveis e autossuficientes nas questões energética e hídrica estão deixando de ser apenas sonho. Apesar de ainda ser pequeno, mercado cresce e conta com iniciativas que visam desenvolvê-lo.

Em meio a preocupações crescentes com o aumento dos preços da energia, a independência energética e o impacto das mudanças climáticas, as estatísticas mostram que os edifícios são o principal consumidor de energia nos EUA/Brasil. Esse fato enfatiza a importância de direcionar o uso de energia como chave para diminuir o consumo de energia da nação. O setor de construção pode reduzir significativamente o uso de energia através da incorporação de estratégias de eficiência energética na concepção, construção e operação de novos edifícios e realização de reformas para melhorar a eficiência dos edifícios existentes. Pode reduzir ainda mais a dependência da energia derivada de combustíveis fósseis, aumentando o uso de fontes de energia renováveis no local e fora do local.

O conceito de um Edifício Net Zero Energy (NZEB), que produz tanta energia quanto usa ao longo de um ano, tem evoluído recentemente da pesquisa para a realidade. Atualmente, há apenas um pequeno número de edifícios altamente eficientes que atendem aos critérios para serem chamados de "Net Zero". Como resultado dos avanços nas tecnologias de construção, sistemas de energia renovável e pesquisa acadêmica, a criação de edifícios Net Zero Energy está se tornando cada vez mais viável.



Edifícios sustentáveis e autossuficientes nas questões energética e hídrica estão deixando de ser apenas sonho. Apesar de ainda ser pequeno, mercado cresce e conta com iniciativas que visam desenvolvê-lo.

À primeira vista, dar adeus à conta de luz ou de água parece um sonho distante. Mas essa já está sendo a realidade de cada vez mais edifícios no país. São os chamados Net Zero: edifícios inteligentes e eficientes que, graças a investimentos e visão de futuro, se tornaram autossustentáveis energética e/ou hidricamente. Engana-se quem pensa que esse é um processo viável apenas a edifícios. Os Net Zero têm se espalhado pelos mais diversos segmentos do mercado, se tornando mais acessíveis e economicamente atrativos inclusive para residências. Tanto é que o GBC Brasil, atento à importância dessa iniciativa, se uniu a um programa global que visa zerar as emissões de carbono vindas do setor da construção civil. A organização, com o apoio do World Green Building Council e diversas outras instituições, pretende fazer com que todas as novas edificações e grandes reformas no país se tornem Net Zero, atingindo 100% desses segmentos até 2050.

Saiba mais aqui.


Tempo de retorno do investimento 

Estimar um prazo para o retorno do investimento também não é tarefa fácil. Márcio Takata elenca alguns fatores que condicionam essa estimativa:

• Localidade onde o sistema será instalado: regiões onde a tarifa de energia é mais elevada em geral retornam o investimento mais rápido;

• Clima local: regiões onde há maior radiação solar também retornam o investimento mais rapidamente. O princípio é básico: quanto mais sol, mais energia gerada e consequentemente mais economia;


• Tipo de uso do edifício: uma instalação de baixa tensão (tipo residencial e comercial de baixo e médio porte), em geral terá um retorno mais rápido e atrativo. Já clientes industriais ou comerciais de grande porte terão um retorno um pouco mais demorado. Márcio conclui dizendo que “de um modo bastante generalizado, o retorno do investimento varia de 5 a 12 anos”.


O que é uma Casa de Energia Net-Zero?

Uma casa de energia líquida zero (NZE) foi projetada e construída para reduzir as necessidades de energia do domicílio a um mínimo e inclui sistemas de energia renovável no local1, de modo que a casa possa produzir tanta energia quanto consome anualmente. Uma casa NZE não é necessariamente uma casa "energeticamente autónoma" ou "fora da rede", uma vez que pode ser ligada à rede eléctrica, para que possa fornecer eletricidade à rede quando produz mais do que necessita e extrair Quando a demanda doméstica exceder a quantidade de eletricidade produzida no local. Ao longo do ano, a energia fornecida à rede equilibra a energia extraída da rede, obtendo assim um consumo de energia anual zero.

Um dos pilares da sustentabilidade é a energia limpa. Constantemente são desenvolvidos meios de reduzir gastos energéticos e formas menos poluentes de gerar energia. Para construirmos cidades mais verdes é importante pensarmos no consumo energético dos edifícios e como reduzi-lo.
Embora a energia solar seja o meio mais comumente usados pelos Net Zero brasileiros, ele não é o único. Márcio lembra que, além da energia solar, “também pode-se criar um sistema de geração eólica, utilizando microturbinas eólicas, ou até uma usina que utiliza biomassa”. Tudo depende do tipo de edifício e das necessidades de seus ocupantes.

A Enova Solar, empresa da qual Márcio é engenheiro e diretor, está localizada num edifício Net Zero Energia. “Aqui instalamos medidas de eficiência energética. Boa parte da iluminação é led. Fizemos também algumas adequações na parte de geração, instalamos uma usina solar com uma potência total de 3,5 quilowatts e com isso conseguimos ter um abatimento global da energia. Somos uma empresa com 10 pessoas trabalhando e pagamos apenas 25 reais de conta, que é a tarifa mínima”, explica.

Aqui destaco a utilização de tecnologia de iluminação inteligente (D-Power) fornecida através da Delta Cable IT Solutions a qual vai de encontro com a economia de energia para as instalações mais modernas em Edifícios e Construções no pais.


DEFINIÇÕES



Como os conceitos de "energia zero" e "energia zero líquida" são relativamente novos, ainda não há métricas de energia zero definidas e amplamente aceitas. O Departamento de Energia (DOE) e o Laboratório Nacional de Energia Renovável (NREL) têm liderado grande parte do trabalho em edifícios de energia zero até à data. NREL apresenta várias definições para "energia zero nítida", e incentivam designers de edifícios, proprietários e operadores para selecionar a métrica que melhor se adapta ao seu projeto. A publicação NREL Zero Energy Buildings: Um exame crítico da definição explora as definições em detalhe e sugere quatro maneiras pelas quais a energia zero pode ser definida:


  • Net Zero Site Energy 
  • Energia de Fonte Líquida
  • Custos líquidos de energia zero
  • Emissões Líquidas de Energia Zero


APLICAÇÃO


Net Zero Energy Building princípios podem ser aplicados à maioria dos tipos de projetos, incluindo edifícios residenciais, industriais e comerciais, tanto em construção nova e edifícios existentes. Um número crescente de projetos foram concebidos e construídos em vários sectores de mercado e zonas climáticas. Vários links para os recursos do projeto comercial da DOE são fornecidos abaixo, incluindo:

• Programa de Integração de Edifícios Comerciais
• Parcerias de edifícios comerciais
• Alianças com o Better Buidings
• Banco de dados de edifícios de alto desempenho
• Edifícios Zero Energy

Os Net Zero Energy Buildings ainda são muito raros. Contudo, cada vez mais surgem projetos arquitetônicos eficientes que podem reduzir o consumo rumo à autonomia energética em edifícios, onde nós da Delta Cable IT Solutions, auxiliamos nas aplicações/elaboração de projetos com tecnologias de ponta para auxiliarem nos prédios e construções de primeira linha com produtos tecnológicos para tais aplicações e importâncias neste meio.


Matéria retirada da última edição da Revista GBC Brasil
Contribuição: Rodrigo de Moura Pucci - Consultor de Vendas


Delta Cable recebe 4 prêmios no Kick Off Furukawa 2017

4:36 PM Add Comment
No dia 27/04 aconteceu o Kick Off da Furukawa Brasil e mais uma vez a Delta Cable foi reconhecida em diversas categorias. 

Esse ano trouxemos para casa 4 prêmios de destaque para a região Sul:

  • Melhor comprometimento no programa Green It; 
  • Maior volume de negócios;
  • Maior volume de negócios em solução Laserway;
  • Maior gerador de leads. 

Parabéns a toda equipe Delta Cable! Esforço e mérito reconhecido!


Cambium Networks é reconhecida pelo Channel's Top Programs!

4:50 PM Add Comment
O guia anual CNR, parte da empresa Channel, neste ano reconhece a Cambium Networks como um dos Channel’s Top Programs. 






O programa 5-star Partner Program Guide premia as melhores empresas que disponibilizam soluções de provedores em seu programa de canais. Neste ano, para determinar os classificados, o time de pesquisa da empresa Channel avaliou cada um dos fornecedores baseado nos seguintes quesitos: investimentos em programas de ofertas, parcerias de rentabilidade, treinamento, educação e suporte, programas de marketing e recursos, suporte de vendas e comunicação.


Cambium Networks e seu Programa Parceiros Conectados

Elaborado para auxiliar os parceiros a garantir o sucesso e estabilidade das soluções, o programa ConnectedPartner da Cambium já destaca-se no mercado. Focada inteiramente em seus parceiros, a Cambium entende o quanto vital é a relação entre a empresa e distribuidores como forma de fornecer as melhores soluções para o consumidor final.

Entre os objetivos principais do programa ConnectedPartner, seja para provedores de serviços, instituições governamentais ou pequenas e grandes empresas, está a garantia de disponibilizar crescimento e inovação através de soluções como acessos ponto a ponto, ponto para multiponto e conexão Wifi. 

Além disso, questões relacionadas a linha de produtos com descontos, acesso a treinamentos virtuais, canais de marketing de conteúdo, suporte para equipe de vendas, estão entre as vantagens disponibilizadas para os parceiros Cambium. 

Para Robert Faletra, CEO da Channel Company, o programa ConnectedPartner é fundamental para o bem-estar dos negócios. Ao mesmo tempo, mostra para os nossos parceiros suas forças e benefícios para o mercado.